Novas congregações na Região Metropolitana do Recife

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE), sob a presidência do Pastor Ailton José Alves, realiza a inauguração de vários templos neste mês de agosto.
Só na Região Metropolitana do Recife (RMR), incluindo Áreas e Setores, estão previstas a abertura de oito novas congregações, entre templos próprios e salões alugados e reformados.
Só neste sábado, 1º de agosto, são realizados os cultos inaugurais das congregações: Largo do Mauriti, no Setor 01 – Cabo de Santo Agostinho; Pirituba, no Setor 04 – Vitória; e Cajá 2, na Área 35. Todos os eventos acontecem a partir das 19 horas.
No sábado, dia 15, deve ser inaugurado o templo em Lagoa Dourada, na Área 55, às 19 horas. No domingo, 16, é a vez dos irmãos da congregação denominada Torrinha agradecerem a Deus pelo novo templo. O evento acontece às 10 horas.
No domingo, 22, a inauguração acontece na Vila Aeromoça, na Área 54, também às 10 horas. Na semana seguinte é a vez dos irmãos da congregação Dendê Ibura, também na Área 54, ficarem felizes com reforma e ampliação do templo. O culto acontece no sábado, dia 29, a partir das 19 horas. No domingo, 30, a festa é em Nova Descoberta, Área 29, a partir das 10 horas.
Você e sua família são convidados especiais. Participe destes momentos de louvor e adoração a Deus.

Testemunho ADNews julho – Ev. André Alencar

Na edição do ADNews – nº 40 – julho de 2015, publicamos o Testemunho do Ev. André Alencar, que trabalhou na Missão a IEADPE na Argentina.
Abaixo, você confere o texto completo, que reduzimos no jornal impresso devido ao espaço disponível.

“O Evangelho fez toda a diferença na minha vida, na minha família e na minha história”

Ev André AlencarNesta edição, vamos conhecer um pouco da história de vida do Ev. André Alencar, que, ainda muito jovem, abandonou seus antigos conceitos e se permitiu viver o melhor de Deus para sua vida.
Quando criança, ele morava com sua família em Manaus, Amazonas. Apesar de a sua mãe não frequentar a Igreja, ela levava o pequeno André e sua irmã para os cultos. Ao completar 10 anos de idade, sua família se mudou para Pernambuco, mais precisamente para Olinda.
A mudança mexeu com a rotina da família, e eles foram deixando de frequentar a Igreja, mas o pouco tempo que eles participaram dos cultos havia sido suficiente para ter sido plantada a semente da Palavra de Deus. “O que eu aprendi na infância foi o suficiente para conhecer os princípios básicos da fé cristã: algo sobre Deus, Jesus, o céu e o inferno”, disse.
Durante a adolescência, o Ev. André quis experimentar as coisas que o mundo oferecia. “Na minha adolescência, eu estive afastado, e foi um período difícil, porque eu me envolvi com muitas coisas do mundo. Amava esportes radicais, músicas de rock e esses estilos mais pesados e alternativos”, lembrou.
Essas atitudes acabavam refletindo no seu estilo de vida, no modo de se vestir e no seu comportamento. “Meu pensamento sobre meu destino eterno era que, quando eu chegasse à velhice e tivesse curtido muito a vida, eu iria fazer as pazes com Deus e morreria a tempo de ir para o céu”, conta.
Mas os planos de Deus são bem maiores do que os nossos, e a forma como Ele age nos surpreende. “Eu louvo a Deus porque Ele se antecipou e interferiu naquilo que eu projetava”.
Na juventude, com 19 anos, foi morar em Carpina com sua família. Nessa época, sua mãe já tinha se voltado para os caminhos do Senhor e o convidava para frequentar os cultos. “Eu não apresentava nenhuma resistência porque ir à Igreja era algo que eu conhecia desde a infância. Mesmo sem pensar em voltar, eu não via problema nenhum em ir”, explicou.
Certo dia, ele acordou ouvindo um programa evangélico no rádio. “Nesse dia, a Ir. Creusa de Oliveira estava dando uma entrevista, contando seu testemunho e cantando alguns hinos. Era de manhã cedo, e eu estava dormindo quando ela começou a cantar. Eu acordei escutando aquele louvor. Para mim, foi uma experiência diferente se comparado aos estilos de música que eu estava acostumado”, afirmou.
Naquele momento algo diferente aconteceu. “Ao ouvir aquele hino, eu acordei chorando. Minha mãe disse que a irmã que estava cantando iria estar no Círculo de Oração na Igreja-sede em Carpina e perguntou se eu queria ir”, disse.
Durante o culto, ele sentia uma coisa diferente e suas lágrimas se misturavam aos louvores entoados naquele lugar. Ao final do culto, quando o convite foi feito, ele não resistiu. “Eu não fui predisposto a aceitar, fui para acompanhar a minha mãe, mas, quando a dirigente direcionou o olhar para mim e perguntou se eu queria aceitar, eu acabei me rendendo”, contou.
Mesmo sem entender, ele sabia que naquele dia Deus tinha interferido em sua trajetória. “Eu pensei: eu não posso dizer não porque eu estou aqui quebrado, quebrantado. Naquele dia, Deus marcou um encontro comigo e eu me rendi a Ele”, afirmou.
Como muitos jovens que abandonam sua vida de pecado para se render a Cristo, ele se questionou se no meio em que vivia, com o círculo de amizade que tinha, seria possível servir a Deus com fidelidade. “Eu achava muito bonito ser crente e admirava os testemunhos dos irmãos, mas eu achava impossível aquela realidade para mim por causa do meio em que eu vivia”, lembrou.
Mesmo em meio a tantos questionamentos, ele decidiu se render por completo ao único que poderia mudar a sua história. “Eu chamei minha mãe para orar comigo, dobrei os joelhos e disse a Deus com muita sinceridade: ‘Senhor, eu tenho muita vontade de Te servir, de ser um crente fiel, mas eu não vejo em mim possibilidade de viver uma vida de fidelidade aos modos da Tua Palavra, mas se Tu quiseres a minha vida para alguma coisa ela é Tua, estou à Tua disposição’. Naquele momento eu chorei na presença de Deus”, contou.
Pouco tempo depois, foi novamente com sua mãe para o Círculo de Oração. Dessa vez, como um servo de Deus, e, naquele culto, a presença de Deus se manifestou no meio da Sua Igreja. “Eu chorava muito, mas ainda não conseguia me ver constante ali. No fim do culto, a dirigente convidou os irmãos que não eram batizados no Espírito Santo para orar, e a mim fui e dobrei os joelhos junto com minha mãe. Naquela tarde o Senhor batizou muitos irmãos inclusive a mim e ela. Eu experimentei algo que é difícil de explicar. Tive uma sensação de leveza sobrenatural, e,daquele dia em diante, a minha vida nunca mais foi a mesma”, lembra.
Desde esse dia, o Ev. André passou a ter sede de Deus, a querer buscá-lo e a cada dia mais conhecer a Palavra. Ele se lamentava por não ter voltado para a Igreja antes porque, para ele, isso o impediu de viver muitas experiências com Deus e que o propósito que Deus tinha na vida dele seria limitado pelo tempo que ele perdeu fora da Igreja.
Mas à medida que foi buscando conhecer a Deus, vivenciou a verdade que a Bíblia diz: Buscar-me-eis e me encontrarei se me buscares de todo o coração. “O Evangelho não era apenas uma filosofia, ele se revela na minha vida como algo experimentável. Quando eu lia as experiências que a Bíblia conta, eu mergulhava nelas com todas as forças”, contou.
Com o tempo, o chamado ministerial começou a arder em seu coração. “Quem olhasse para mim não imaginaria isso, porque eu era muito tímido e não dava indícios de que viesse a ser um obreiro”, afirmou.
Deus começou a fazer promessas relacionadas ao chamado missionário que, para ele, era impossível de se cumprir por ser um jovem simples que morava no interior. Mas, certo dia, quando estava em uma consagração, Deus usou o dirigente do culto para falar que ele iria cuidar de um povo em outro país. “Isso foi em um sábado, e, na segunda-feira, eu estava passando pelo estacionamento do Templo Central quando o Pr. Ailton estacionou o carro, me chamou e disse que eu iria sair da minha função, que era na administração da Igreja, para assumir um trabalho em Nicanor Otamendi, na Argentina”, contou.
Apesar do impacto da notícia, ele estava certo de que tudo fazia parte do cumprimento das promessas de Deus. “A oportunidade de servir a Deus na missão transcultural é, se não o maior, um dos maiores privilégios que um cristão pode ter. Eu penso que renunciar a projetos para atender a um chamado do Senhor é uma das maiores experiências que alguém pode vivenciar porque é uma oportunidade que temos de demonstrar o que Deus representa para nós. O amor que sentimos por Deus é evidenciado pela nossa disposição em renunciar grandes coisas por aquilo que Ele representa para nós”, disse.
“Eu costumo dizer que Deus só nos permite viver uma vez, e é lamentável oque muita gente faz com a vida que tem. Viver é um privilégio, e quando essa vida é vivida na vontade de Deus ela é surpreendente. Se alguém me dissesse,há20 anos, as experiências que eu viveria, os lugares por onde eu andaria, eu jamais acreditaria. A vida só tem sentido quando Jesus é o centro da nossa existência”, enfatizou.
A decisão que ele tomou mudou por completo toda sua trajetória de vida. “O Evangelho fez toda a diferença na minha vida, na minha família e na minha história. Todos aqueles que decidem entregar a vida 100% nas mãos de Deus podem ficar preparados para viver o melhor que Deus tem para sua vida”, concluiu.

Confira as Cruzadas Boas Novas desta semana

Cruzadas Boas Novas da semana (28/07 a 01/08)

Terça-feira 28/07
Janga – Área 49
Campo do Turutu, em frente a Rua Nossa Senhora Aparecida, Paulista

Quarta-feira 29/07
Porto de Galinhas – Setor 08
Rua da Esperança, próximo ao 1º giratório de Porto de Galinhas

Quinta-feira 30/07
BR Ibura – Área 11
Rua da Escola dos Milagres, próximo a congregação da IEADPE

Sexta-feira 31/07
Barra de Jangada – Área 36
Rua Coronel Dário Ferraz, ao lado do Multi Shopping, próximo a congregação da IEADPE Candelária

Sábado 01/08
Sirinhaém – Setor 06
No pátio da Usina Trapiche

Cantores e preletores escalados. Participe!

“Errais por não conhecer as Escrituras…”

Os acontecimentos dos últimos dias tem suscitado os mais ávidos sentimentos por parte principalmente dos cristãos. Uns são coléricos: cerram os punhos e verberam em alta voz condenando o pecado escancarado dos transviados. Outros, ficam na outra margem pregando a paz e o amor, custe o que custar.

Não me sinto à vontade nem para marcar ferrenha oposição, nem para passar a mão na cabeça dos pecadores daquela marcha LGBT. Mas, para minha surpresa, encontro pessoas pacíficas e amorosas que gritam aos quatro ventos contra tudo o que veem. E encontro também, outros de linha mais firme, cederem ao ver o movimento do outro lado — no meio do clamor daqueles, acham que devem pregar sobre a importância do amor, etc e tal.

Nestas horas, questões profundas são debatidas de forma calorosa e superficial. É fácil escolher um dos grupos para depois perceber que o objeto da controvérsia está ausente e que estamos agredindo um ao outro. São nessas situações que perdemos a simpatia por um irmão que admirávamos, por um amigo em que a vida inspirava… por causa de uma palavra, às vezes, perdemos uma reputação construída.

Talvez, se lêssemos mais a Bíblia e se ouvíssemos menos os intelectuais ou as personalidades de nossa era, os crentes teriam mais sucesso na disseminação da verdade.

Alguns de nós caíram no engodo de seguir perfis e perfis de doutores, geralmente desviados, mas com uma aparente defesa da verdade. Alguns de nós deixaram de freqüentar suas igrejas, deixaram de ouvir seus pastores e assentaram-se confortavelmente em suas poltronas para ouvirem a doutrina de pastores da TV desviados da verdade. Alguns, na verdade, fizeram de causas políticas suas bandeiras, esquecendo-se completamente do genuíno Evangelho. Outros estão embriagados com a sabedoria do mundo, o secularismo moderno, e nem percebem que “se o grão de trigo caindo na terra não morrer, fica ele só. Mas se morrer dá muito fruto”. Não percebem que a sabedoria humana torna a cruz de Cristo vã. Quando tentam não ofender os pecadores para supostamente os atrair, na verdade, eles transformam o Evangelho numa mensagem sem graça e insossa. Porque é pela loucura da pregação que os pecadores serão salvos (1 Co 1.17–23).

Paulo destacou dois grupos quando escrevia sobre a revelação de ser Cristo a sabedoria e o poder de Deus. Ele citou os judeus e os gregos. De um lado, a abusiva religião e do outro lado, a intelectualidade humana fria e cética. Numa situação como esta em que estamos vivendo, facilmente podemos nos identificar com um dos dois grupos. Claro, a comparação não é perfeita, mas explica alguma coisa. Ater-se a uma determinada causa pode nos fazer perder de vista o significado da cruz de Cristo. Preocupamo-nos tanto com nossas defesas que esquecemos que tanto judeus quanto gregos, tanto os religiosos quanto os intelectuais, podem ter em Cristo a convergência dos seus questionamentos, pois Ele satisfaz o religioso sendo para ele o poder de Deus, isto é, como aquele que age de forma transformadora e visível, como também, satisfaz o intelectual sendo para ele a sabedoria de Deus, ou seja, aquele que age no intelecto convertendo o mais frio cético em fiel servo dEle.

Infelizmente, quando torno a sabedoria das minhas palavras ou minhas tradições mais fortes do que a Palavra revelada, desprezo a cruz de Cristo que tem o poder de atrair pelo escândalo, pelo que é ofensivo.
Vejam, não percebem que a cruz atrai pela ofensa? Ofende (sim, tem esse aspecto exagerado pelo defensor da heterossexualidade) e une (discurso preferido dos mais brandos). Mas onde estão os crentes? Onde estão os judeus e gregos unidos pela cruz de Cristo? A marcha passou, o mundo passa, os pecadores lá de foram continuam a praticar seus pecados contra Deus, mas o que resta das calorosas discussões são crentes ofendendo uns aos outros, tentando se fortalecer com seus discursos.

Infelizmente, muitos de nós são como tolos, não tem prazer no entendimento, mas querem apenas expor o seu pensamento (Pv 18.1). É uma mania de opinar, de dizer: eu acho isso, eu acho aquilo… Cristãos se assentam para falar sobre questões já resolvidas nas Escrituras, dizendo: “na minha opinião”. Por outro lado, há os seguidores de Tiago e João, desejando que caia fogo do céu sobre os pecadores impenitentes. No meio dessa confusão estão os meninos na fé e os incrédulos, assistindo sem entender o que queremos defender.

Mas, afinal, o que diz a autoridade máxima sobre isso? Silencia em nome do amor? Reage com ira? O problema é que sempre nos aproximamos da nossa fonte de fé e confissão, a Bíblia, munidos de alguma teoria ou verdade pessoal e então procuramos nela respaldo para nossas atitudes. O resultado? Usaremos a Bíblia ou para acentuar um aspecto da verdade ou para atenuar, se for conveniente para nós. Mas, nenhum texto da Bíblia pode ser isolado para justificar qualquer atitude — nem as exageradas nem as brandas. A Palavra de Deus só poderá ser compreendida à luz da sua totalidade.

O código moral e de ética de Deus foi revelado lá no decálogo. Se quisermos o bem para qualquer sociedade ou governo, olhemos para os princípios descritos lá. Não há nada fora de moda ou ultrapassado. Foi escrito para pecadores que precisam conter seus impulsos visando o bem-estar de todos. Todas as nações que fundamentaram suas leis nas leis de Deus prosperaram e formaram os melhores ambientes para o florescimento de uma cultura sadia e duradoura. Com Cristo, a lei de Deus atinge seu cumprimento máximo, capacitando cada crente a exceder a justiça estabelecida no decálogo.

O perigo reside aqui. Como ser um cidadão do mundo, sendo sobretudo um cidadão do céu? Acredito ser essa a principal questão por trás de todas as placas. Precisamos lidar com questões do mundo tendo em vista os tesouros do céu. Não podemos cair numa visão materialista do Reino de Deus, concebendo-o como algo meramente político e militar, pois ele é essencialmente espiritual. Também não podemos aplicar diretrizes no Reino de Cristo para não regenerados, pessoas naturais sem discernimento espiritual do Reino. Temos então dois tipos de pessoas: as que precisam ser contidas pela lei, as que estão debaixo da lei humana, e as que sobrepujam a lei, pois vivem na liberdade conquistada por Cristo.

Os que são de Cristo não deveriam estranhar o ódio do mundo contra eles mesmos. Com isso não quero dizer que devemos ser frouxas, acomodados e parecidos com o mundo para ganhá-los. Tentar impor a lei perfeita da liberdade, uma lei de tão alto padrão, para quem não experimentou a cruz de Cristo é apontar um caminho incompreensível e indesejado. Só podemos falar da lei do amor com quem nasceu do alto. Só podemos falar de vida com quem experimentou a morte para si mesmo.

O problema é que vivemos numa era anticristã, que não aceita os absolutos morais das Escrituras. Há, sim, constantes eternas que devem nos guiar pelo mundo, para o bem do próprio homem. O que para Deus era pecado no Sinai, continua sendo pecado hoje. Ele não mudou. Para os que estão debaixo da lei, para os que não experimentaram a cruz de Cristo, a lei que deve reger é a do “olho por olho e dente por dente”. É a lei que protege os mais fracos e que protege a propriedade privada. É a lei que pune os desordeiros e os que disseminam práticas odiosas contra a natureza e o seu bem-estar.

Nesse mundo regido pelo príncipe das trevas, como cristãos precisamos agir como Deus: ir em busca dos pecadores sem negar a Sua justiça, retidão e verdade. Confesso que esse equilíbrio não é fácil, mas é possível. Como disse Paul Tripp, a graça de Deus nunca chama o errado de certo. Se o errado fosse certo, não haveria necessidade de graça. O que a graça faz é tratar de uma forma particular o erro. Não há erro algum em irar-se diante da depravação. “Vós que amais o Senhor, detestai o mal…” (Sal 97.10). Quando expressamos a ira do próprio Deus, não pecamos, nem agimos com desamor, antes, reafirmamos sua natureza salvadora. Mas esse amor que aponta para o destino final, para a condenação eterna, não o faz usando as armas mundanas — não usa um linguajar sujo, nem escarnece do estado caótico do homem longe de Deus, expondo suas imagens sujas ou repetindo os impropérios que falam contra o Deus santo.

Se nascemos de novo, se experimentamos o que é sentir o peso do pecado e o quanto ele nos afasta do nosso Deus e Pai, se em meio ao desespero diante das nossas misérias enxergamos o grande amor de Deus através da cruz de Cristo, dando-nos liberdade dessa escravidão, então, veremos os homens do mundo como vítimas do pecado, escravos de Satanás. E então, compadeceremo-nos deles, da cegueira que os faz tropeçar ao meio dia e choraremos. Se os vejo crucificarem a Jesus e zombarem do Seu terno amor, devo, mais uma vez, à semelhança de Jesus e de Estevão, rogar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”.Tem sido essa a nossa atitude diante do que fazem?

Tenhamos cuidado com as orientações de milhares de pensadores não-convertidos. Homens e mulheres que não sabem o que é “sentir as próprias misérias, lamentar e chorar”. Homens e mulheres que estão em busca apenas de mais seguidores e admiradores. Que querem seu dinheiro e sua submissa fidelidade aos seus pensamentos. Nossa ira deve ser contra o pecado e não contra aquelas pobres e oprimidas almas. Não compartilhe do pensamento dos que usam dos mesmos meios para arrasar com estes pecadores cegos. Usam afronta com afronta, calúnia com calúnia, palavrão com palavrão, briga com briga. Deus não nos chamou para isso.

Nossa guerra aqui, meus irmãos, não é contra as pessoas, mas contra o pecado. Precisamos ter muito cuidado para não misturarmos assuntos políticos com os de fé. Admiro muito Daniel e seus amigos. Eles souberam viver no meios dos babilônios com sabedoria e fé, sem no entanto, provocarem tumultos ou guerras religiosas. As pessoas do mundo precisam nos ver como Igreja de Deus, coluna e firmeza da verdade, embaixadores do céu e não como anti-gays ou anticomunistas ou o que quer que seja. Lutamos contra o pecado, mas clamamos pelas vidas.

Não convém que sejamos ofensivos com o próximo, nem insensatos, nem tolos e nem ao menos convém que fiquemos exibindo nossa fé cristã para provocar os outros. Basta-nos ser como Jesus para que as perseguições se tornem inevitáveis.
O Evangelho de Jesus não está interessado num debate hipócrita. O conceito de retidão e santidade deve ser visto na vida daquele que leva essa preciosa mensagem. É por isso que me dói ver que os que se levantam contra as imoralidades do nosso país sejam homens de condutas duvidosas.

Eu acredito num cristianismo que pode mudar a cultura de um povo. Acredito num cristianismo que penetra em todas as áreas da vida dos seus seguidores — na vida pública e privada, e muda as atitudes, palavras e pensamentos. Mas o poder do Reino de Deus não vem com imposição nem com força aparente. Ele age como um fermento dentro de uma massa, como uma pequena semente que morre, explode dentro de um subsolo propício e gradualmente cresce formando uma bela árvore cujos galhos enormes produzem sobra tanto para um beija-flor, como para um urubu.
O cristianismo que aceitei age na cultura trazendo à razão pessoas comuns, dando-lhes senso de responsabilidade e dignidade, fazendo-os voltar os olhos para si mesmos e para a cura dos seus próprios males. Limpa primeiro o copo interiormente para só então limpá-lo exteriormente. E então, professores, médicos, mães, empresários, comerciantes, artistas, comunicadores levam para onde estão o poder de uma vida transformada.

A mensagem desse evangelho não consegue nem pode ficar debaixo de uma mesa, escondida dentro das portas da nossa casa. Ela irradia sua maravilhosa luz por onde passamos, atraindo muitos que estão nas trevas.

E como em todo o ajuntamento de pessoas, haverá pessoas habilidosas com as causas do povo que se levantarão para discutir assuntos do interesse das coisas daqui. Eles sabiamente conduzirão suas vidas pautados na verdade do Evangelho legislando, julgando ou administrando as coisas do povo com justiça e retidão.

Isso tudo é possível desde que estejamos comprometidos primeiramente com o Reino de Deus e com a sua justiça, vigiando em todo o tempo para que as seduções do mundo não nos atraiam a ponto de perdermos de vista o eterno por causa do temporal. Todas as áreas humanas de atividade, desde que honestas, podem e devem ser ocupadas por crentes sérios. Mas, não devíamos privilegiar umas e outras. Devíamos antes, como igreja de Deus, pregar o genuíno Evangelho que transforma ladrões, prostitutas, adúlteros, homossexuais, religiosos idólatras ou quaisquer outras classes de pecadores. Lembrando sempre que o Reino de Deus não é daqui e que somente quando Ele nos buscar é que teremos satisfeitas nossas ânsias pela verdade, pureza e justiça.

Que nesse desejo pela verdade e justiça não tornemos a fé cristã apenas parte de opiniões políticas e sociais para aqueles não crentes que precisam de salvação. E que, no desejo de sermos misericordiosos, deixemos de combater o pecado com as armas espirituais da nossa milícia.

Verdade, justiça e evangelho da paz por onde quer que passemos. Fé inabalável e salvação em Jesus para nos proteger. Palavra de Deus como arma de guerra e oração incessante para permanecermos humildes. Nem mais, nem menos. Palavrão, xingamentos, menosprezo, tentativa de paz pelo conhecimento humano — nada disso resolverá. Usemos tudo o que Deus nos deu pelo seu divino poder, para a vida e piedade. É somente pelo conhecimento dEle que ficaremos participantes de Sua natureza, escapando da corrupção que pela concupiscência há no mundo.

Por: Adna Barbosa

2ª Cruzada Evangelística em Barreiros – Setor 12

Fotos: IEADPE Barreiros
Fotos: IEADPE Barreiros
A IEADPE no Setor 12 – Barreiros, na Mata Sul do Estado, realizou a 2ª Cruzada Evangelística Boas Novas. Sob a coordenação do Pr. Set. Marcos Antônio Gomes, o evento aconteceu no bairro Vila Baeté, no dia 11 de julho.
Centenas de irmãos participaram da concentração evangelística que teve a participação de cantores locais e convidados. A ministração da Palavra de Deus foi feita pelo Pb. Gilcélio Dias, escalado pelo Pastor Presidente. Feito o convite, 15 pessoas aceitaram a Jesus como salvador.

Cruzada Boas Novas na Área 36

A IEADPE na Área 36 – Barra de Jangada realiza uma Cruzada Evangelística Boas Novas nesta sexta-feira, 31 de julho. A concentração acontece no Multi Shopping Sul, com a participação dos irmãos de toda a Área 36, caravanas de Áreas vizinhas, cantores e preletor escalado.
Você é convidado especial!

EBF reúne centenas de crianças e adolescentes em Condado

Foto: IEADPE Condado
Fotos: IEADPE Condado
A IEADPE em Condado, na Zona da Mata, sob a coordenação local do Ev. José Carlos Bezerra, realizou nos dias 10, 11 e 12 de julho, a 2ª edição da Escola Bíblica de Férias (EBF) 2015, com a participação de centenas de crianças, pré-adolescentes, adolescentes e pais.
Com o tema: Louvai ao Deus da nossa Salvação, o evento aconteceu na Escola Municipal Lourival Lima e, no último dia, domingo pela manhã, no templo Matriz da Igreja local, que ficou repleto de participantes. Durante o evento houve 11 conversões a Cristo.

Congresso de Jovens – ADNews julho

ADNEWSO ADNews do mês de julho – edição nº 40 – destacou a realização de Congressos de Jovens no Setor 05 – Escada, na Zona da Mata; Passira, no Agreste; e Arcoverde, no Sertão.
Cerca de 6 mil pessoas estiveram presentes na 19ª edição do Congresso de Jovens da IEADPE em Escada, coordenado pelo Pr. Hélio Ribeiro. O evento aconteceu na quadra da Vila Operária e contou com a participação do Grande Coral de Jovens, além de cantores e preletores escalados. Foram contadas 52 conversões e 40 batismos no Espírito Santo.
Em Passira, sob a coordenação do Ev. Adílson Alves, o 8º Congresso de Jovens, com o tema: Geração que anda com Deus, baseado em Gênesis 5.22, con¬tou com a participação de 1.500 pessoas reunidas para louvar e engrandecer ao nome do Senhor.
No município de Arcoverde, o 15º Congresso de Jovens reuniu centenas de irmãos no templo Matriz, para adorarem ao Senhor e aprenderem mais da Sua Palavra. Um Grande Coral, com 210 vozes, foi formado durante todo o evento, que contou também com a participação de caravanas vindas das cidades de: Tupanatinga, Afogados da Ingazeira, Buíque, Betânia, Sertânia, Sanharó, Pedra, Venturosa e Custódia.
Adquira o seu ADNews e seja edificado!

IEADPE Escada
IEADPE Escada
IEADPE Passira
IEADPE Passira
IEADPE Arcoverde
IEADPE Arcoverde

Círculo de Oração em Timbaúba completa 66 anos

Fotos: IEADPE Timbaúba
Fotos: IEADPE Timbaúba
A IEADPE em Timbaúba, coordenada pelo Pr. Isaías Pacheco, realizou no dia 25 de junho o 66° Aniversário do Círculo de Oração, no templo Matriz, com o tema: “Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus?” (Jo 11.40).
O Pastor Presidente foi representado pelo Ev. Nilton Bezerra e esposa, Lucia Bezerra, do Recife.
A comissão aniversariante é composta por 70 componentes. Participaram do evento a comissão da IEADPE em Tejucupapo, a cantora Auricélia da IEADPE em Machados, além de pastores e esposas das cidades vizinhas, cantores locais e comissões das congregações.
Os presentes puderam sentir o agir de Deus através de testemunhos, jograis, louvores e agradecimentos de bênçãos recebidas.

Escola Bíblica de Férias em Camaragibe-Prefeitura, Área 17

Fotos: IEADPEÁrea17
Fotos: IEADPEÁrea17
A IEADPE em Camaragibe – Prefeitura, Área 17, coordenada pelo Ev. Itamar Félix, recebeu a 1ª edição da Escola Bíblica de Férias (EBF), com o tema: Louvai ao Deus da nossa Salvação. O Pastor Presidente foi representado pelo Pr. Ailton Junior, vice-presidente da Igreja.
Cerca de 150 crianças participaram do evento que reuniu alunos matriculados na Escola Bíblica Dominical (EBD) e no Departamento Infantil, além de crianças visitantes. Sete crianças aceitaram a Jesus.

Escola Bíblica de Férias em Dois Carneiros – Setor 10

Fotos: IEADPE Jaboatão
Fotos: IEADPE Jaboatão
Entre os dias 10 e 12 de junho, a IEADPE no Setor 10 – Jaboatão dos Guararapes, coordenada pelo Pr. Elci Ribeiro, realizou maia uma edição da Escola Bíblica de Férias (EBF). O evento aconteceu nas congregações-pólo. Na congregação em Dois Carneiros, na Área 9 do Setor, mais de 100 pessoas participaram dos três dias de festa com o tema: “Louvai ao Deus da nossa Salvação” (Sl 95.1). Além dos alunos que frequentam regularmente a Escola Bíblica Dominical (EBD) aos domingos pela manhã, dezenas de convidados participaram do evento.
Além das crianças e adolescentes, os pais também estiveram presentes. A EBF acontece no período em que as crianças estão de férias escolares, momento em que a igreja recebe crianças não evangélicas juntamente com seus familiares, como oportunidade de falar do amor de Jesus. Durante esses dias, 2 pessoas se entregaram a Jesus.

Entrevista ADNews julho – Irmã Cristhiane Alves

Na edição do ADNews – nº 40 – julho de 2015, entrevistamos a Ir. Cristhiane Alves, esposa do Pastor Ailton Junior, vice-presidente da IEADPE, e vice-coordenadora dos Círculos de Oração em Pernambuco.
Abaixo, você confere a entrevista completa, que reduzimos no jornal impresso devido ao espaço disponível.

“Quero ser útil ao Senhor, enquanto viver”

Conte-nos um pouco da sua infância. A senhora nasceu em um lar evangélico?
Sim, pela misericórdia de Deus, nasci numa família que vem há três gerações servindo ao Senhor: meu bisavô (o pai de minha avó materna) era pastor da Assembleia de Deus, bem como meu avô materno, e meu pai. Sinto-me muito privilegiada por isto, pois creio firmemente que desfruto das bênçãos prometidas pelo Senhor aos que O temem, que são extensivas às suas gerações posteriores (Dt 7.9). Cresci num ambiente cheio da palavra de Deus, de louvores ao Senhor, pois todos os dias, exceto aos domingos, fazíamos o culto doméstico, e assim fui ensinada nos caminhos do Senhor. Louvo a Deus por meus pais, Pr. Joel e ir. Dinah, que me deixaram a mais preciosa de todas as heranças: o temor de Deus. E por minhas amadas cinco irmãs (Kézia, Keila, Joelma, Adna e Hadassa) com as quais cresci, louvando e servindo ao Senhor.
Dois dos principais desafios da juventude é decidir que carreira seguir e quem é a pessoa certa para se casar. Como foi a escolha da sua profissão e casamento?
Cursei eletrônica na ETFPE (Escola Técnica Federal de Pernambuco) entre 1989 e 1993. Era um curso muito bom, mas, ao final, percebi que não me sentia vocacionada para aquela área. Foi justamente após concluir este curso que comecei a namorar com meu esposo (Pr. Ailton Junior). Eu o conheci aqui no Templo Central mesmo, após o retorno de sua família do campo de missões da Argentina. Ele participava de um programa de rádio infantil com uma de minhas irmãs (Kézia), e assim nos tornamos amigos, quando eu tinha uns treze anos. Sempre conversávamos muito sobre a palavra de Deus, Sua obra e sobre bons livros cristãos. Depois ele foi morar no interior, e nos víamos apenas nas Santas Ceias. Quando eu estava com dezessete anos, ele declarou o sentimento que tinha por mim, o que me deixou muito surpresa, sem saber o que responder, pois gostava muito dele, mas como um grande amigo, quase um irmão. Pedi-lhe tempo para orar, e após quinze dias, ele voltou para saber a resposta. Fui sincera com ele, e disse-lhe exatamente o que sentia. Mas ele não desistiu: ficou um tanto desapontado, mas disse-me que seu coração estava nas minhas mãos, e que eu fizesse dele o que quisesse. Passamos, então, quase um ano sem contato, cada um em seu lugar orando para que o Senhor fizesse Sua vontade. Até que em janeiro de 1993 comecei a lembrar-me dele repentinamente, de uma forma diferente: sentia saudade dele, e no coração me perguntava que sentimento estranho era aquele. Em março de 1993, por ocasião do sepultamento de sua avó materna, a ir. Maria, nos encontramos no Templo Central, e aí não tive dúvidas do que estava sentindo por ele. Então, com a bênção de nossos pais, começamos a namorar, e um ano depois (março/1994), noivamos, tínhamos o mesmo desejo de dedicar nossa vida por completo ao Senhor, gostávamos dos mesmos assuntos, e nos completávamos em nossa personalidade. Desde o princípio ele me falava do chamado urgente de Deus em sua vida, e me perguntava se tinha desejo missionário. Claro que sim! Este era um anseio que eu nutria desde os doze anos. Mas enquanto aguardávamos o momento de Deus para isto, seguíamos estudando e trabalhando.
Tentei vestibular para Direito, na UFPE, embora ainda não tivesse convicção de seguir essa carreira. Tive uma nota razoável, mas insuficiente para o curso, então fiz a opção por Ciências Sociais, do mesmo grupo. Cursei um semestre e meio, e logo percebi que ainda não era o que eu queria. Só então, resolvi ir para uma área pela qual sempre me interessei: Letras. Prestei vestibular no final de 1994 para Letras e passei na primeira fase, mas nem pude fazer a segunda, pois justamente nessa época, já noiva, soube que iríamos ao campo de missões, logo após o casamento, que ocorreu em março de 1995. Tive que adiar a realização de meu curso superior por uma causa muito mais nobre, que foi fazer a vontade de Deus naquele momento de minha vida, agora ao lado de meu esposo. Somente após voltarmos da Argentina, já tendo minha filha Deborah quase cinco anos, é que fiz vestibular, de novo na UFPE, e passei para o curso de Letras, o qual conclui em 2006, para a glória de Deus.
Ainda recém-casada, sua família foi enviada à obra missionária na Argentina. Como foi essa experiência? Qual o fato mais marcante dessa época?
Sim, um mês após casarmos, fomos enviados pela igreja ao campo de missões na Argentina, para a província de Mendoza. Foi um grande desafio para nós, jovens recém-casados, distanciar-nos da família, da igreja e dos amigos para irmos a uma terra longínqua (ficava cerca de 1200 km ao oeste de Buenos Aires), para dar início ao trabalho em Godoy Cruz. Para mim, foi mais difícil, pois tive que me adaptar ao idioma e ao clima frio, e nos primeiros meses, sentia muitas saudades de minha família. Mas logo que fui me envolvendo nos trabalhos de evangelização de crianças, louvor e oração com as irmãs, visitação aos lares, a dor inicial foi sendo amenizada. Passamos por experiências muito fortes: logo nos primeiros meses, fomos assaltados em nossa casa, enquanto fazíamos evangelismo de crianças. Fazíamos o trabalho num bairro um tanto difícil, e pouco tempo depois, várias vezes nosso carro foi arrombado. Também levaram o equipamento de som da igreja e faziam ameaças constantes de que voltariam a nos atacar. Mas em meio a essas circunstâncias, o Senhor abençoava Sua obra, salvando vidas, curando enfermos, libertando os oprimidos pelo diabo. Percebíamos que eram tentativas de nos fazer parar, mas prosseguimos, e o Senhor abençoou aquele trabalho, para a exclusiva glória de Seu nome!
Missionária, esposa do vice-presidente da IEADPE e vice-coordenadora dos Círculos de Oração em Pernambuco. Em que momento da sua vida percebeu os propósitos de Deus para o seu futuro?
Na verdade, jamais pensei que o Senhor me daria tamanho privilégio de servir-Lhe em todos esses trabalhos. De fato, só me entreguei para ser útil na obra de missões, até pensei, quando fui para a Argentina, que não voltaria mais para o Brasil. Mas o Senhor tem os Seus caminhos, e nós somos apenas Seus servos, para fazer o Seu querer. O Senhor fez tanto por nós… não podemos nos negar para a necessidade de Sua obra aqui na terra. Sempre me tocou muito um hino durante minha infância e adolescência: “A minha vida eu entrego a Deus/ Pois o Seu Filho a entregou por mim/ Não importa aonde for/ Seguirei meu Senhor/ Sobre terra ou mar/ Onde Deus mandar/ Irei”. Esse é o meu sentimento sincero: quero ser útil ao Senhor, enquanto viver.
Quais os maiores desafios e também, alegrias de atender ao chamado do Senhor?
Penso que o desafio maior é a perseverança, é continuar fazendo o que nos manda o Senhor, mesmo enfrentando dificuldades, oposições, privações etc. Fomos chamados para batalhar pela fé, e como dizia A. W. Tozer, o mundo não é um parque de diversões para o crente, é campo de guerra. Temos que cada dia fortalecer-nos no Senhor e na força de Seu poder, a fim de resistirmos a tudo isso, e ficar firmes no propósito para o qual Deus nos convocou. Alegrias, sim, elas são constantes! Sempre temos motivos para regozijar-nos no Senhor! É um privilégio servir-Lhe, demonstrando-Lhe um pouco de nossa gratidão por tudo o que Ele fez por nós. Penso sempre no que disse Jesus: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi e vós e vos nomeei para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça…” (Jo 15.16). Aleluia!
Mãe de dois filhos e esposa de obreiro, como é conciliar a maternidade e a obra do Senhor?
Ah, é preciso depender muito da sabedoria divina, para poder cuidar bem da obra, sem descuidar da família, que é a primeira “obra” que o Senhor nos confia. Como diz a Bíblia, “a mulher sábia edifica a sua casa” (Pv 14.1). Antes de sair para atender os compromissos da igreja, procuro ordenar nossa casa, atender às necessidades de meu marido e dos meus filhos (Deborah, 18 anos, e David, 14 anos) e mesmo enquanto estou fora, trato de acompanhar de perto tudo o que está acontecendo. É assim que tenho aprendido com meus principais referenciais, minha mãe e minha sogra, duas servas do Senhor que sempre O serviram com fidelidade e ao mesmo tempo, dedicaram-se à criação de seus filhos. Acredito ser a maternidade uma responsabilidade muito especial que Deus concede à mulher; louvo ao Senhor por me ter concedido dois filhos maravilhosos, que me inspiram a cada dia ser uma mulher mais fiel ao Senhor. Pois, como disse certo autor, a maternidade/paternidade é uma condição santificadora: para darmos exemplo aos nossos filhos, precisamos andar certo, no temor do Senhor. Temos que exercer boa mordomia do lar que o Senhor nos entregou, e de igual modo, atender às responsabilidades que Ele nos confiar em Sua obra.

Em toda sua trajetória cristã, qual a experiência mais marcante?
Desde a infância, frequentei o Círculo de Oração Infantil, no qual sempre pedia ao Senhor que me batizasse com Seu Espírito Santo. Até que um dia, quando tinha doze anos, numa manhã missionária de um Congresso de Jovens, o pregador chamou à frente aqueles que queriam dedicar sua vida à obra do Senhor. Senti um forte impulso de fazê-lo, e fui à frente. Em poucos minutos de oração contrita, fui batizada com o Espírito Santo! Aleluia! Recebi esta dádiva divina como uma resposta afirmativa de Deus para minha entrega. Entendi naquele momento que Deus estava me convocando para viver totalmente para Ele. Também posso destacar uma cura divina que recebi quando tinha apenas 7 meses de vida: fui acometida de meningite, e desenganada pela medicina. Os médicos queriam me colocar no isolamento, mas meus pais assinaram o termo de responsabilidade e me levaram à casa de meus avós, onde ali fizeram uma oração por mim. Segundo minha mãe conta, eu chorava muito, jogando a cabeça para trás, mas logo após aquela oração, eu adormeci, e para a glória de Deus, até hoje estou de pé, sem nenhuma sequela daquela doença! Aos cinco anos de idade, por pouco não fui completamente atropelada por uma camionete (ela pegou apenas meu pé direito). O Senhor me deu estes livramentos, por isso, entendi que Ele tinha um propósito para me deixar com vida.
Ser uma mulher cristã no mundo em que vivemos não é fácil. Em sua opinião, quais devem ser as características de uma mulher bela aos olhos de Deus?
Creio que é a mulher que busca possuir um espírito manso e quieto, que é precioso ao Senhor, como diz o apóstolo Pedro (1 Pe 3.4). A beleza exterior passa, mas a do espírito permanece e pode influenciar a outros que estejam ao redor. A mulher que põe sua confiança em Deus, e busca obedecer Seus preceitos, além de edificar-se a si mesma e encontrar propósito para sua vida, pode ser um instrumento de bênção para seu marido, seus filhos e para todos que a conhecem. Como diz Pv 31.30: “Enganosa é a graça e passageira a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada”.
Qual o seu conselho para as moças da igreja que apesar dos desafios, lutam para fazer a vontade do Pai Celestial?
Mantenham o firme propósito de em tudo agradar ao Senhor, satisfazer-se nEle e em Seu querer, e Ele que conhece os seus anseios mais profundos, há de suprir todas as suas necessidades (Sl 37.5). Creia que suas decisões, se dirigidas pelo Senhor, sempre resultaram na melhor escolha. Deus é bom, e só quer das coisas boas a seus filhos (Mt 7.11). Por isso, seja sempre fiel ao Senhor, a despeito de qualquer circunstância, e assim sempre desfrutarás a boa, agradável e perfeita vontade do Senhor para sua vida.

Confira a lista das Cruzadas Boas Novas desta semana

Cruzadas Boas Novas da semana (07/07 a 11/07)

Terça-feira 07/07
Jordão – Área 12
Rua José Matorano. Pátio do terminal de ônibus do Jordão Baixo

Quarta-feira 08/07
Escada – Setor 05
Praça Nova Esperança, por trás do Hospital Santa Clara

Quinta-feira 09/07
Torrões – Área 44
Academia da Cidade, próximo ao terminal de ônibus de Roda de Fogo

Sexta-feira 10/07
7º R.O – Área 20
Varadouro – Portelinha, próximo a Delegacia do Varadouro

Sábado 11/07
São Lourenço – Setor 02
Tiúma, próximo a antiga Usina de Tiúma

Sábado 11/07
Barreiros – Setor 12
Vila Baité, em frente ao Estádio Municipal

Cantores e preletores escalados. Participe!

A Igreja como testemunha poderosa diante de um mundo corrompido

Fotos: Everton Irineu, Hércio Moraes e Jackson Amil / RBC
Fotos: Everton Irineu, Hércio Moraes e Jackson Amil / RBC
Neste domingo (05), encerramento do 34° Congresso de Jovens da IEADPE, o Templo Central ficou lotado. Jovens de várias regiões do Estado compareceram ao evento para aprender e adorar a Deus.
Durante todos os dias, a Igreja estudou o tema do Congresso dividido em subtemas: “A postura bíblica da testemunha de Cristo”, “O compromisso incondicional da testemunha de Cristo”, “A testemunha de Cristo e a vida de obediência a Deus”, “Recebendo poder para testemunhar”, “Testemunhando até os confins da terra” e “Ser-me-eis testemunhas”, tema central desta edição e do encerramento.
Na ocasião, vários grupos musicais louvaram ao Senhor, como também, o Grande Coral de Jovens formado por 800 vozes.
A ministração da Palavra de Deus foi feita pelo Ev. Marcelo Teles. Ele leu os textos de Atos 1.8 e 4.20 para embasar sua preleção, que teve como foco “A testemunha de Cristo no mundo pós-moderno”.
O evangelista explicou as características do período pós-moderno, enfatizando que o apóstolo Paulo já havia alertado em suas epístolas que estes seriam dias trabalhosos. A descrença em Deus, resultado do ateísmo, foi apresentado como a primeira característica desta época.
A inversão de valores que domina as ações e decisões desta sociedade foi esclarecida. “Estão preocupados com a existência de vida em outro planeta, quando a vida em nosso planeta é depreciada!”. O ecumenismo – que prega a existência de outros caminhos para se chegar a Deus – e o relativismo – que quer excluir a ideia de pecado fazendo as pessoas pensarem que podem decidir o que é certo e errado para elas mesmas – também foram combatidos na ministração.
A glória de Deus foi manifesta no ambiente enquanto os crentes recebiam graça e poder para enfrentarem as dificuldades e a incredulidade do pós-modernismo. O evangelista afirmou que a história, a Bíblia e a experiência pessoal são as bases que autenticam o testemunho do cristão.
Para combater as ideologias do pós-modernismo, o Ev. Marcelo Teles afirmou que é preciso ser testemunhas com conhecimento bíblico, com prática (vivência) da palavra e com experiência espiritual.
Feito o convite, 61 pessoas entregaram suas vidas a Jesus e dezenas de renovos espirituais e batismos no Espírito Santo foram contados.
E assim foi o encerramento desta 34ª edição do Congresso de Jovens. Um evento, marcante, envolvente e interativo por parte dos congressistas.
Durante esses quatro dias, houve uma participação significativa pelas redes sociais, tanto pelas plataformas do Facebook, quanto pelo novo aplicativo de compartilhamento de informações, o Colabore. Também, o cantor Josafá, lançou seu primeiro CD pela Bereia Music, intitulado Dependente.
A campanha #SouTestemunhaIEADPE referente ao tema do congresso, conseguiu mobilizar vários participantes daqui de Pernambuco, como de outros estados e até dos países onde a IEADPE mantém missão. Os jovens das filiais da missão acompanharam a transmissão e gravaram depoimentos de felicitação aos congressistas, e deixaram mensagem de incentivo e também confirmaram no vídeo, que são testemunhas.
Você pode conferir os conteúdos deste ano, no site do evento: www.congressodejovens.com. Depoimento dos congressistas, galeria de fotos, vídeos, entre outros, como o Instagram da Rede Brasil de Comunicação, Twittes e textos. #SomosTestemunhasIEADPE. Até 2016!

Jovens recebendo poder para testemunhar

_MG_0033Após o estudo da tarde, onde os jovens aprenderam a como ter uma vida de obediência a Deus para ser testemunha d’Ele, começou mais um culto festivo deste 34° Congresso de Jovens da IEADPE.

As fortes chuvas que caíram durante todo o sábado, não impediram que centenas de jovens chegassem ao Templo Central para adorar ao Senhor. Caravanas de várias regiões do Estado chegaram logo cedo para não perder nenhum momento do culto.

Hoje, terceiro dia do evento, o clima notado no ambiente era de alegria e ansiedade em aprender mais de Deus, mais de Sua Palavra. Em um período em que a Igreja de Cristo vem sofrendo perseguições de todos os lados da sociedade, os jovens cristãos se reuniram na casa do Senhor para aprender como defender a fé.

_MG_0021“Ser-me-eis testemunhas”, tema desta edição, trouxe a importância da Igreja estar preparada para mostrar ao mundo a imagem de Cristo através da sua vida e das suas atitudes.

O preletor da noite, o Pastor Waldemir Farias da filial da IEADPE em Petrolina leu o texto inicial sobre a igreja em Pérgamo. Ele convidou os jovens a resistirem aos convites das falsas testemunhas, e serem fies a Deus e a igreja. “A igreja deve resistir às pressões do mundo, confrontando com a verdade”, enfatizou.

_MG_0074Uma mensagem exortadora trouxe como exemplo Antipas, da igreja em Pérgamo, quem que o crente precisa combater e resistir ao mundo se preciso até a morte. “Quando você permanece firme, você está testemunhando. Ser testemunha é sinônimo de perseguição. O trono de satanás, cai diante da fidelidade e do testemunho”, disse.

Nesta edição, os participantes estão bem interativos. Seja pelas redes sócias, depondo sobre os estudos, pelos vídeos para os conteúdos da Rede Brasil, e através de todas as plataformas das redes socias do Facebook do ADNews, Rede Brasil TV, Instagram, Youtube, Twitter e pelo site do evento: www.congressodejovens.com. Além da campanha #SouTestemunhaIEADPE enviadas pelo Aplicativo de compartilhamento de notícias: Colabore.

O tema do programa Geração Eleita de hoje é “Dependência das Redes Sócias”. Apresentado por Manassés Almeida e comentado pelo Evangelista André Alencar. Vai ao ar, após o fim do culto, e recebe a participação dos jovens através do Facebook da Rede Brasil TV, e de perguntas em vídeo pelos congressistas.
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A testemunha de Cristo e a vida de obediência a Deus

_MG_9798Durante à tarde do sábado, terceiro dia do 34º congresso jovens, o Senhor continuou falando e trabalhando na vida dos jovens. O estudo ministrado pelo pastor Samuel Oliveira, vice-presidente da CONADEPE e líder da IEADPE em Caruaru, com o tema A testemunha de Cristo e a vida de obediência a Deus, foi baseado no trecho bíblico em Atos 26. 12-19.
O culto foi iniciado às 14h e, já nos louvores, Deus despertou seu povo para os “poucos dias que restam para o segador”, com o cântico do hino É o Tempo de Segar, 224 da Harpa Cristã.
O pastor Samuel iniciou o estudo falando que: “Às vezes Deus traça um caminho para a vontade humana e a pessoa está em outro polo, mas Deus cria situação para colocar a pessoa no centro da sua vontade”. E citou o exemplo bíblico de Paulo, no livro dos Atos dos Apóstolos. Pois, Deus tem planos para a vida dos seus filhos e eles são mais altos que os nossos, Isaías 55.8 fala dessa verdade.
A instrução que Davi passou para Salomão quando disse “E tu, meu amado filho Salomão, reconhece o Deus de teu pai, e serve-o de coração íntegro e com toda a disposição da tua alma, porque Yahweh, o SENHOR, examina profundamente todos os corações, e conhece as mais intimas intenções da mente. Se o buscares, tu sempre o encontrarás; mas, se o desprezares, ele te rejeitará eternamente”, foi ressaltada durante a palavra.
“Eu preciso de jovem com experiência comigo”, É o que Deus quer, e assim através do pastor Samuel, falou aos jovens. “A experiência que Deus dá a você é inconfundível, você não esta aqui pelo acaso, Deus tem planos, jovem, em tua vida”, completou.
Durante o estudo, os jovens foram edificados ao ouvir um testemunho que aconteceu ao pastor Samuel. Quando jovem ele passou por grande privação financeira e, inicialmente não entendia o propósito daquela dificuldade. Mas Deus o fez entender que: “Na seara do senhor o salário é o amor”, durante um hino entoado em um culto. “A letra dizia: ‘Na seara do meu rei vou trabalhando, para isto ele me chamou boas novas do evangelho vou pregando ao perdido e pobre pecador. Na seara há lugar para quem quer trabalhar, para mim e pra você. Há serviço há fazer, criança homem ou mulher não trabalha quem não quer’”, cantou.
O pastor também contou o testemunho de um jovem que, ao aceitar a Cristo, foi despejado de casa por sua mãe. Mesmo assim, continuou fiel e o Senhor o abençoou. A fidelidade dele não se restringiu apenas a Deus, apesar de ter passado fome e dormido na rua, Deus nunca o abandonou e, ao receber seu primeiro salário ele mandou parte do valor a sua mãe junto com uma carta dizendo que mesmo ela tendo-o rejeitado, ele a amava e no que ela precisasse podia contar com ele. A mãe aceitou a Jesus como Senhor e Salvador de sua via, após o testemunho de seu próprio filho.
É preciso obedecer aos pais, mesmo que estes não sejam cristãos. O jovem não pode desrespeitar e envergonhar seus pais, mas como crente, deve obedecer. Afinal, é melhor a obediência do que o sacrifício, para não ser como Sansão que por não obedecer aos seus pais sepultou seu futuro. “Guarde o que Deus lhe falou com zelo, com cuidado, é preciso honrar a Deus”, concluiu.

A testemunha de Cristo e a vida de Santidade

Por volta das 17h desta sexta-feira (03), centenas de pessoas chegavam ao Templo Central da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE), para participar de mais um culto festivo do 34° Congresso de Jovens.
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Desde ontem, os jovens aprendem como ser testemunha de Cristo nesse mundo em que vivemos. O tema desta edição: “Ser-me-eis testemunhas”, baseado no Cap. 1 do livro de Atos dos Apóstolos, chegou em boa hora, tendo em vista as inúmeras perseguições que a Igreja de Cristo vem sofrendo.

_MG_9534Quem ministrou o estudo da noite foi o Ev. Elmir Ribeiro. Focou na santificação. Disse que ela é um modo de vida. Não apenas isso é também uma forma de conduta que agrada a Deus e nos aproxima d’Ele. “Quem ama a Deus o honra em qualquer circunstância, não o ama apenas no congresso. Ama na faculdade e no seu dia a dia. Ele ainda externou que quem ama a Deus é fiel e mantém uma vida santa”, enfatizou.

Após o culto, houve mais uma transmissão do programa jovem: Geração Eleita, apresentado por Manassés Silva e comentado pelo Ev. André Alencar. Nesta sexta, o programa trouxe o debate, o tema “Música Secular”, com a participação de jovens com perguntas e a interação dos internautas nas redes sociais pela rede Brasil TV.
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“Ai de mim se não anunciar o evangelho”


Durante o segundo dia do 34° Congresso e Jovens, o Senhor tem lembrado o compromisso primordial da igreja, pregar o evangelho. Com o tema “O compromisso incondicional da testemunha de Cristo”, baseado no livro de Atos dos apóstolos 20.24 o pastor Hélio Ribeiro despertou os jovens para o dever com o evangelho através da ministração da palavra.

O estudo começou às 14h, o Pr. Ailton Junior realizou a oração inicial e falou aos jovens que o motivo de estar na casa de Deus é para adorar e louvar ao Senhor. Os hinos da Harpa Cristã, cantados logo em seguida, continuaram, em conformidade, levando os jovens a professar o dever de anunciar as boas novas de salvação, “Portas abertas, eis por todo o mundo! Cristãos, erguei-vos! Já avante andai”.
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A leitura foi no texto base do congresso, Atos 1.8, “Ser-me-eis testemunhas”. Durante a palavra o pastor Hélio ratificou a responsabilidade que temos de pregar o evangelho, além de adorar a Deus, o anuncio do evangelho é dever primordial da igreja. A finalidade da igreja é ganhar almas, contudo, seremos recompensados por isso. Este compromisso é incondicional, inadiável e deve ser feito com urgência, antes que chegue a noite, e não seja mais possível atender a este ide de Deus, já que, noite, na bíblia fala de dificuldade, perseguição. Antes mesmo de o efeito natural do avanço da vida, tais como a velhice, as doenças, possam ser grandes dificuldade para anunciar o evangelho. “Vamos fazer em quanto é dia, Jesus disse. Nós, temos que aproveitar toda oportunidade, todo o tempo. Não há tempo a perder, a noite está chegando. Precisamos fazer enquanto não temos dificuldade, perigo, incapacidade de agir. É melhor pregar o evangelho em um período da liberdade, do que em perseguição. Quando a Igreja não fala, Deus manda perseguição, para que ela lhe anuncie.”

O pastor, através do Espírito Santo de Deus continuou falando sobre O evangelho que transforma. “O evangelho faz o que ninguém pode fazer e, este poder está em nossa mão e tem que ser feito com urgência”. E completou “Quem evangeliza pensa mais adiante, não se pode pregar olhando apenas as pessoas que estão ao nosso redor, precisamos pregar como a águia, ver o que está além”.

A mensagem que precisa estar presente em nosso coração é a boas novas de salvação, precisamos alcançar almas para o Senhor, pois: “Não existe plano B para a salvação, só existe plano A, ‘aos homens esta destinado a morrer uma só vez, vindo depois o juízo’ […] Perdão de pecado é só na terra, enquanto está vivo, não é depois não”.
“Temos muitos desafios a enfrentar, tais como a inversão de valores, a supervalorização dos bens de consumo, desafios espirituais, sob a ação maligna, crescimento das seitas, mas como está na primeira carta aos coríntios, ‘ai de mim se não anunciar o evangelho’”.

O pastor concluiu falando que podemos ter várias ferramentas, mas é O Poder de Deus que convence o pecador. Foi assim durante O Pentecostes, Pedro pregou, mas, milhares de vidas aceitaram a Jesus após a descida do Espírito Santo de Deus.

Jovens aprendendo a ser testemunhas de Cristo no 34ª Congresso de Jovens

_MG_9793Começou hoje (02) e vai até o domingo (05), a 34ª edição do Congresso de Jovens da IEADPE. O tema escolhido para este ano: “Ser-me-eis testemunhas”, com base em At. Cap. 1. 8, foi especialmente para trazer uma reflexão sobre os jovens serem as verdadeiras testemunhas de Cristo.

Este congresso, que é sediado no Templo Central da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco, na Av. Cruz Cabugá, 29, Santo Amaro, na área central do Recife, conta com um grande coral composto por 800 vozes masculinas e femininas.

O tema deste ano deu origem a uma campanha na internet #SouTestemunhaIEADPE. Vários jovens até mesmo de outros Estados e países, aderiram ao desfio e gravaram vídeos bem criativos com a hastag, convidando os amigos pelas redes sociais, a participarem e se envolveram nesta edição.

_MG_9787As filiais da IEADPE no campo missionário como Peru, Moçambique, Portugal e Vanderbijlpark, Africa do Sul, enviaram seus vídeos e saudações a juventude pernambucana (confira na fanpage do ADNews), parabenizando-a pelo evento, e que comunicaram estarão acompanhando a transmissão pelo site do evento: www.congressodejovens.com.

O Ev. Natanael Balé foi o preletor do estudo desta abertura. Começou falando da maneira que a igreja primitiva vivia diante de Deus. “Os primeiros cristãos venciam pela oração, perseveravam pela oração e perseveravam na doutrina. Jovens! Não podemos ceder à pressão que vem do mundo para nos fazer perder a perseverança”, disse.

_MG_9981Ele continuou falando da necessidade de cada crente manter-se firme diante das dificuldades, tentações, provações, e calúnias, aguardando a intervenção divina. “Deus não quer saber se você é pobre, se seus pais lhe abandonaram, Ele quer usar você, quer cuidar de você, quer investir em você.

Encerrando, convidou os jovens a aproveitarem o momento para entregarem suas vidas ao Senhor, para serem usados como testemunhas do Evangelho de Cristo. Ao todo, seis pessoas aceitaram ao Senhor como Salvador de suas vidas e oito foram batizadas com Espírito Santo. Amanhã, no turno da tarde, a partir das 14h, haverá estudos. Você é nosso convidado.