Mais um ano de louvor a Deus

O conjunto Musical Novo Alvorecer, da congregação da Assembleia de Deus em Areias, Área 08, comemorou 53 anos de louvor e adoração ao Senhor.

O evento foi realizado nos dias 22 e 23 de março. A Área 08 é coordenada pelo Ev. Luciano Dionísio, e a direção e regência do conjunto é do Dc. Luiz Rodrigues.

No domingo, esteve participando da festividade o Conjunto Musical da congregação em UR-1, e a ministração da Palavra de Deus foi feita pelo Pb. Cassio Alexandre.

Adolescentes de Rio Formoso celebram 7º Encontro

IEADPE / Rio Formoso
IEADPE / Rio Formoso

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Rio Formoso, sob a liderança do pastor João Severino Fernandes, realizou nos dias 14 a 16 de fevereiro, o 7º Encontro das Uniões de adolescentes.

O evento teve como tema: Adolescentes guardem a palavra de Deus e sejam vencedores, baseado em I Jo. 2.14.

O Encontro foi realizado no Ginásio Municipal Cláudio Mota e contou com a participação do Coral formado por adolescentes da igreja local.

Também participaram do evento a cantora Flávia Domingues, da IEADPE em São Loureço da Mata – Setor 2 e preletores enviados pelo Pastor Presidente Ailton José Alves.

Nos três dias, aproximadamente 3.500 pessoas participaram do evento.

IEADPE em Teresinha realiza 1º Encontro de Crianças

As crianças da Igreja Evangélica Assembleia de Deus (IEADPE), em Terezinha, no Sertão do Estado, celebraram o 1º Encontro de Crianças da igreja local. O evento aconteceu nos dias 02, 03 e 04 de março, à tarde e à noite.

Sob a liderança local do Ev. Mozéis Bernadino, e coordenação do Departamento Infantil da irmã Alzeneide Lima, mais de 500 crianças participaram durante todo o Encontro.

Lecionando aos pequenos, participaram as irmãs Alzeneide, Cidinha e Maryellen.

Simpósio de Doutrinas Bíblicas 2014

Apesar de termos publicado uma matéria no jornal ADNEWS, falando sobre o Simpósio de Doutrinas Bíblicas que aconteceu em todo estado, baseado no livro do profeta Ezequiel ”Profecias para os nossos dias”, alguns irmãos enviaram fotos e conteúdos, contando com mais detalhes a programação em suas cidades. Como as igrejas em Sairé, Jatobá e Camela;

 Jatobá

Os irmãos em Jatobá, contam que foram dias gratificantes e gloriosos para toda a igreja, muitas vidas foram tocadas e renovadas pelo poder do Espírito Santo. A programação foi extensa e Deus fez maravilhas. O evento começou na sexta-feira (01/03) na congregação em Jatobá 2 e o encerramento aconteceu no dia 06/03 no culto de Doutrina.

Jatobá
Jatobá

Ainda durante a programação, foi realizada uma pequena cruzada, nove pessoas se converteram. Estiveram presentes nos dias; a Comissão do Círculo de Oração, a Mocidade, os cantores locais: Adeildo e Tatiane, Kleres e Carla e Carlos Guilherme (Cortês – PE). Finalizam dizendo: “Agradecemos ao nosso Deus e a nosso pastor Presidente Pr. Ailton José Alves, por nos ter presenteado com este assunto tão glorioso e já estamos ansiosos pelo próximo simpósio do ano que vem, em nome de Jesus”.

 

Sairé

Ainda sobre o Simpósio de Doutrinas, agora na cidade de Sairé. Teve início no sábado à noite (01) e nos outros dias, à tarde e à noite até o dia 04 de março. O evento ficou sob a orientação do evangelista Luiz José do Nascimento, com o auxílio dos Diáconos Eugenio Galvão e José Marcos.

 

Estima-se que durante todo o evento, aproximadamente mil pessoas estiveram presentes. Participaram também, a mocidade da igreja em Bezerros e cantores locais. Foram escalados como preletores: o presbítero. Genilson (Camocim de São Félix), o diácono Márcio (Chã Grande) entre outros.  Houve testes bíblicos e sorteios de brindes para a mocidade.

Camela

Em Camela, no dia 02 de março, sob a coordenação do pastor Marcos Antonio, a igreja se reuniu para estudar a Palavra no templo Matriz e nas congregações em Bom Jardim, Serrambi, Santa Rosa e Aratangi. Dando início ao Simpósio de Doutrinas Bíblicas 2014 que teve duração de 03 dias (Os estudos foram ministrados na tarde do domingo(02) na noite da segunda-feira(03) e na tarde e noite da terça-feira(04).

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O evento contou com cerca de 2.500 pessoas, uma média 625 crentes por reunião, somando a matriz e demais congregações.  Muitas vidas foram renovadas e avivadas pela palavra do Senhor. Deus se fez presente poderosamente em cada dia de Simpósio.

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A união de mocidade (UMADSC) esteve presente em todo simpósio louvando ao Senhor com toda a igreja. A 1ª lição (Ezequiel, chamado para o oficio profético – EZ 1:1-3; 2:1-7), tratou sobre como se deu a chamada de Ezequiel.

Simpósio

Destacou-se no inicio do Simpósio o quanto é importante atentar para a chamada de Deus na vida de cada um. Sabendo que “Ninguém é inútil na casa do Senhor, pois Deus sempre quer alguém para fazer a sua obra”. Também foi estudado sobre a função da Igreja como atalaia. Enfatizando-se que: “Devemos colocar óleo espiritual na nossa trombeta para evangelizar”.

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Outro assunto, abordado nas lições, foi o da Rebelião. Em que o crente deve ter cuidado com a rebelião, porque o ato de se rebelar leva a pessoa a se distanciar de Deus. Para o nosso Deus, um vale de ossos secos podem voltar a viver e de um lugar deserto brotar vida (Como na visão das águas purificadoras que brotavam do altar. – EZ 47:1-12). Uma comunhão profunda com Deus gera vida, libertação e frutos espirituais.

Na noite do último dia de Simpósio a igreja recebeu ensino a respeito dos falsos profetas (EZ 12:1-12) os quais trazem ideologias que levam as pessoas para o abismo. Tais profetas possuem ensinos de heresias, as quais quando introduzidas no coração do homem arruínam a sua espiritual e moral.  “Os verdadeiros profetas se preocupam com a vida espiritual do povo”. “O fim vem” (EZ 7:1-2) foi a última lição (lição 8) estudada.

No fim do evento toda a Igreja adorou e orou ao Senhor, agradecendo pelas bênçãos e grandes ensinamentos recebidos durante todo Simpósio de Doutrinas Bíblicas 2014. Foi um momento ímpar onde todos se juntaram com um só pensamento: crescer na graça e no conhecimento de Deus. A fim de vencer as lutas que se levantam dia após dia contra a Igreja do Senhor.  Aleluia!

 

 

 

Treze pessoas aceitaram a Jesus na Cruzada Evangelística: “Goiana para Cristo”

Foto: IEADPE Goiana
Foto: IEADPE Goiana

A cruzada evangelística “Goiana para Cristo”, realizada no ultimo sábado (15), no município de Goiana, na Mata Norte de Pernambuco, dirigida pelo pastor Anísio Francisco, foi uma benção para os moradores da cidade.

No louvor, a cantora Mayra Carvalho, o cantor Wamberto Monteiro e cantores locais adoraram ao Senhor com a multidão presente. A ministração da palavra de Deus ficou por conta do Pb. Igor Tavares, da IEADPE em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste.

Naquela noite, aproximadamente 2.200 estiveram presentes no local do evento. Deus se fez presente através de sua palavra, e 13 pessoas aceitaram a Jesus.

Da palha da cana à magistratura

No ADNEWS deste mês (MARÇO/2014), publicamos o Testemunho do Dr. Gilmar Silva, Juiz de Direito da Capital e Desembargador Substituto do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Aqui, publicamos na íntegra o texto que precisamos reduzir para adaptação ao espaço do Jornal.

Foto: Elvis Irineu / RBC

Tudo começou com um sonho da adolescência. Filho de agricultores, nascido em Barra de Guabiraba, no Agreste pernambucano, especificamente na localidade de Sítio Novo, José Gilmar da Silva transpunha as barreiras de sua condição financeira e alimentava o desejo de ser advogado.

Hoje, o Doutor Gilmar é juiz de direito da capital e desembargador substituto, com atuação na área cível. Dono de uma história de dedicação, esforço e superação que é exemplo para muitas pessoas.

A família da qual nasceu era pequena: pai, mãe e três crianças — dois meninos e uma menina. A filha do casal do sítio morreu aos 12 anos, vítima de poliomielite infecciosa. As dificuldades eram presentes, “Vivia morando em casa de taipa, de chão batido, dormindo em rede, numa situação muito precária”, conta.

Quando completou 12 anos, o adolescente Gilmar começou a trabalhar no corte da cana-de-açúcar. “Além de cortar cana, eu trabalhava na roça em casa, todo o serviço de agricultura eu fazia desde criança”, explicou. Trabalhou no corte da cana até os 18 anos.

Devido à infância privada de benefícios e oportunidades, estudar não foi possível. Entretanto, sendo um autodidata, o Ir. Gilmar aprendeu a ler aos 6 anos, com uma cartilha do ABC e depois lendo revistas que conseguia com um vizinho.

Aos 14 anos, duas coisas começaram a mudar em sua história. Em primeiro lugar, a oportunidade de conhecer o Evangelho. “Em 1980, uma irmã chamada Corina trabalhou ao meu lado espalhando cana. Ela contou a história de Jonas para mim e fez o convite para que eu aceitasse Jesus”, narra. Através dele, seus pais se converteram a Cristo. Em segundo lugar, veio a oportunidade de estudar. “A esposa do meu primo, a Mirian, me disse: ‘Gilmar, você já está com 14 anos, você precisa fazer seu curso. Eu gostaria que você entrasse na quarta série’”, revelou. Apesar de não ter as três séries anteriores, o Doutor Gilmar foi um dos melhores alunos daquela turma e ganhou o boletim de conclusão do antigo Ensino Fundamental I.

Para continuar estudando, ele precisava de alguém que o acolhesse na cidade. O Sítio Novo estava distante 6 quilômetros do centro de Barra de Guabiraba, e sem transporte era impossível voltar pra casa após as aulas. “Minha mãe foi falar com um amigo da família. A família dele era numerosa, mas ele disse que, se era para que eu pudesse estudar, o que ele tivesse para os seus filhos seria para mim também. Hoje, eu louvo a Deus por ter usado essa pessoa para me ajudar e a considero como um alicerce”, explica.

Assim, durante os próximos 4 anos, a rotina do adolescente Gilmar foi: trabalhar no corte de cana até as 3 horas da tarde, correr para casa e arrumar-se, ir para a estrada esperar carona até a cidade, dormir na casa do amigo de seus pais e voltar, em um pau de arara, para o trabalho pela manhã bem cedo. “É o que eu chamo de enfrentar dificuldades, enfrentar barreiras, e não esmorecer diante de tamanhas dificuldades financeiras”, declarou o Ir. Gilmar, ao falar do sustento familiar que era exclusivamente daquilo que se cultivava.

Enquanto estudava o antigo Ginásio, hoje Ensino Fundamental II, o Doutor Gilmar conheceu a inspiração para o sonho de fazer Direito. “Eu me espelhava em uma professora de Português, a Ézia. Eu a chamava de ‘a gramática ambulante’, porque ela sabia tudo sobre português, e eu a admirava demais, principalmente por ela ser advogada.” Mas aquele desejo era praticamente impossível. “O meu sonho era ser advogado. Como, eu não sabia”, disse.

Terminando o Fundamental II, aos 18 anos, o Doutor Gilmar foi orientado a ingressar nas Forças Armadas. “Vim ao Recife e ingressei no exército […] fiz o curso de cabo e fiquei em primeiro lugar numa turma de 86 pessoas […] No ano seguinte, eu fiz o supletivo porque observava que estava em desvantagem em relação aos meus companheiros que já tinham o Ensino Médio, e alguns até cursavam faculdade.”

Por ter sido o primeiro colocado no curso, o Ir. Gilmar seria promovido e mandado embora. Como não tinha onde ficar no Recife e não queria voltar para o interior, pediu para não ser promovido no primeiro ano. Mas a promoção acabou não acontecendo no segundo ano, e ele ganhou uma licença sem ter pedido. “Eles tinham muito ódio porque eu arregimentava muitos soldados para assistir a um culto. Na época, eu fazia o que a Sarah, hoje, faz”, afirmou, referindo-se ao Intervalo Bíblico, que o ADNews apresentou na editoria Jovem da edição de janeiro de 2014.

Tendo que deixar as Forças Armadas, o Doutor Gilmar iniciou uma verdadeira peregrinação. “Eu dormia na casa de um, na casa de outro, procurando emprego, e as portas fechadas.” Além disso, ele perdeu a mãe aos 19 anos. Havia ficado desolado.

Enquanto estava nessa situação, foi acolhido pela família da Ir. Adélia, de Brasília Teimosa, onde ficou cultuando. Conseguiu, através de um amigo, um emprego de vigilante em Boa Viagem. Ficou ali por 3 meses. “Eu passava a noite inteira trabalhando e estudando […] havia comprado umas apostilas enquanto ainda estava no exército […] queria fazer vestibular e já havia me inscrito […] Naquela época era o vestibular unificado através da Covest, eram a Rural, Federal e Católica, mas para Direto havia apenas as duas últimas opções.”

Pediu demissão porque iria fazer as provas do vestibular que, na época, duravam 5 dias. “Eu tinha uma esperança de que poderia passar no vestibular, então pensei: ‘Vou ficar desempregado, vou colocar para segunda entrada, Deus vai abrir uma porta nesse interregno, e eu vou poder pagar a faculdade, se não ficar na Federal’”, contou.

No entanto, calculando que não conseguiria chegar a tempo ao local das provas — que foram realizadas no prédio de Economia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) — saindo de Brasília Teimosa, foi à procura da Ir. Elvira, dos Torrões, que era mãe de um amigo que conhecera no Exército.

No primeiro dia de prova, no caminho, com o filho da Ir. Elvira, encontraram uma irmã estendendo roupa. Ele gritou: “Irmã, ore por esse moço que ele vai fazer o vestibular”. A irmã respondeu: “Não preciso orar porque ele já passou”, relembrou emocionado.

Saiu o resultado. Foi classificado para o curso pago, mas não tinha condições de pagá-lo. Nesse ínterim, a Ir. Elvira o chamou para morar com sua família. Foi a sua segunda mãe. Só deixou aquela casa quando se casou, em 1991. “Foi uma promessa de Deus! Ele havia me dito que iria providenciar uma mãe para mim”, contou, enfatizando que a Ir. Elvira o tratou como um filho.

Enquanto aguardava o mês de agosto, quando entrou na universidade, conseguiu um emprego em uma loja do centro do Recife. Quando as aulas começaram, surgiu um impasse no emprego. O horário do curso era pela manhã. Chegou a ter o trabalho ameaçado, mas, como Deus lhe havia falado, o gerente o procurou depois de uma semana de aula para comunicar a decisão de que ele poderia estudar pela manhã e trabalhar à tarde sem nenhuma redução de salário.

Sempre em busca de suas metas, o Doutor Gilmar não parou de se esforçar e estudar. Primeiro, conseguiu aprovação em bolsas que a universidade concedia. Depois, passou no concurso da Metrorec, onde trabalhou por 7 anos e 2 meses.

Nesse intervalo conheceu a esposa. Aos 26 anos, concluiu o curso de Direito e se casou. Sua avidez por conhecimento o levou ao topo na Metrorec. “Eu fui subindo de nível […] não havia mais como ser promovido […] Então, um dia, enquanto trabalhava, uma jovem do Jiquiá passou perto de mim e disse: “Deus vai triplicar o teu salário”, contou, lembrando que afirmou que cria naquela palavra, mas em sua mente sabia que isso não podia acontecer naquele emprego.

“Foi quando saiu o edital para o concurso do Tribunal Regional Federal […] havia 33 vagas para técnico e apenas 1 para oficial de justiça avaliador, que hoje é de analista”, explicou o Doutor Gilmar. Ele decidiu se inscrever para a vaga de oficial. “Muitos advogados perguntavam se eu estava louco, porque só havia uma vaga, e eu dizia que era a minha”.

O concurso foi bastante concorrido, ao todo 35 mil pessoas se inscreveram. Depois de muito estudo e dedicação, chegaram a prova e o resultado. Dos 210 candidatos aprovados para o cargo de oficial, o Doutor Gilmar foi o quinto. “Todavia, na mesma semana que saiu o resultado, o Tribunal Regional Federal liberou mais cinco vagas. Com uma que já havia, foram seis. Eu era o quinto e entrei na primeira turma. A matemática de Deus é diferente da nossa”, glorificou. “Aí se cumpriu a promessa, o primeiro salário que eu recebi foi três vezes maior do que o da Metrorec”, pontuou.

Continuando em busca dos sonhos e sempre se dedicando aos estudos, o Doutor Gilmar decidiu ingressar na Escola Superior de Magistratura, pretendendo prestar concurso para o cargo de juiz. Em 1997, ele ingressou na magistratura. A primeira comarca em que trabalhou foi no município de Ibirajuba, depois passou por Aliança e, em seguida, São Lourenço da Mata. Nas três localidades, cumpriu-se um sonho que ele tivera. “Eu havia sonhado com militares de estrela que prestavam continência a mim, mas eu não era nem queria voltar a ser militar, e me perguntava como aquilo iria acontecer. E o Senhor cumpriu a promessa em três ocasiões”, afirmou.

Depois da graduação em Direito, o Doutor Gilmar também cursou Administração e fez pós-graduação em Direito Público. Além disso, teve a oportunidade de fazer cursos no exterior, em universidades dos Estados Unidos, do Canadá, de Portugal e da Argentina. E ainda tem projetos de cursar mestrado e doutorado.

As lágrimas que em um e outro momento inundaram os olhos durante a conversa, segundo ele, têm gosto de resultado. “O choro hoje é um choro de emoção, de alegria por aquilo que Deus fez na minha vida”, sorriu.

Ciente de que a sua história tem sido fonte de inspiração para muitos, ele não esquece o dia em que esteve realizando a cerimônia civil de um casamento coletivo, em Macaparana, Agreste de Pernambuco, e notou que um senhor o olhava com grande admiração. “Pensei: ‘Deve ser pela maneira que utilizo a Palavra de Deus em um casamento civil, pela maneira que me preocupo com o ambiente, colocando um fundo musical’”, disse. Entretanto, em um culto de Santa Ceia, no Templo Central, reconheceu, entre os ministros, um conhecido do interior, era o mesmo senhor que o olhava naquele casamento. “Fui falar com ele, e ele perguntou se eu era filho do seu Zé Galego — forma como meu pai era chamado — e se eu era juiz, e se havia feito um casamento em Macaparana, respondi que sim. Foi quando ele disse: ‘Eu cheguei em casa e disse à minha esposa que aquele juiz era o filho de seu Zé Galego, mas ela disse: ‘Não pode ser, ele era cortador de cana, como é que ele pode estar ali como juiz?’ […] Aí, pra mim, isso é muito forte, porque Deus faz o impossível acontecer’”, concluiu com lágrimas.

Em dezembro de 2013, saiu a publicação que informava a seleção do Doutor Gilmar para compor o grupo dos desembargadores substitutos. “Eu encaro isso como atuação de Deus, foi uma surpresa, mas não muda em nada a minha pessoa, continuo sendo o Ir. Gilmar”, completou o juiz de direito da capital, que também é diácono da IEADPE.

Encerrando este texto, cujo título foi escolhido pelo seu entrevistado, trazemos as palavras do Doutor Gilmar sobre sua atividade na magistratura. “Eu não tenho dúvida de que é a atuação de Deus na minha vida […] eu consideraria como um ministério mesmo […] Deus tem se utilizado de cada momento; muitos divórcios deixaram de acontecer porque Deus se utilizou da ferramenta que eu tinha nas mãos […] casos difíceis de serem resolvidos, e Ele me orientou […] posso dizer que tenho dormido tranquilo porque o que eu fiz foi fazer justiça”.

Simpósio de Doutrinas Bíblicas reúne Igreja em todo o Estado

Congregação Caldeireiro 3 - Área 23 / Foto: Hércio Moraes / RBC
Congregação Caldeireiro 3 – Área 23 / Foto: Hércio Moraes / RBC

Uma bênção! Essa poderia ser a descrição simples e generalizada na boca de quem teve a oportunidade e disposição de participar de mais uma edição do Simpósio de Doutrinas Bíblicas.

O evento aconteceu neste feriado prolongado – 01 a 04 de março – em todas as Áreas do Grande Recife, nos dez Setores e em todas as filiais no Interior do Estado. Exceções aconteceram; como na IEADPE em Trindade, no Sertão, onde os estudos foram realizados entre os dias 18 e 23 de fevereiro, devido a mudança do calendário municipal.

Em algumas Áreas, as plenárias foram estendidas até a quarta-feira, 05, e em algumas filiais, os estudos foram aproveitados na realização de outros eventos, a exemplo da IEADPE em Toritama, no Agreste, onde foi comemorado o 8º Encontro de Jovens.

O tema das aulas este ano foi: Ezequiel, profecias para os nossos dias, utilizando o livro do profeta como base para a ministração de ensinamentos bíblicos e verdades espirituais para a atualidade.

Quem participou pode ser abençoado pelas lições, e certamente teve a vida edificada.

Abaixo, publicamos algumas imagens enviadas por irmãos das Áreas 01 – congregação Nova Benfica; 08 – Areias; 09 e 13 – congregação Boa Viagem Celpe e 23 – congregação Caldeireiro  3.