O que fazer enquanto espera?

Dois jovens e um mesmo desejo: Exercer a solteirice de uma forma que agrada a Deus

“Melhor é serem dois do que um”, Provérbios 4.9.

Desde os primórdios é notável na humanidade a necessidade de relacionar-se e de comunicar-se. Ter alguém em quem confiar; conversar; dar amor e se sentir amado é uma benção, e é também, essencial para o ser humano.

Desde pequenos, sentimos o amor, o cuidado e a atenção de nossa família e amigos. Quando crescemos, desenvolvemos também a necessidade de nos apaixonarmos, namorarmos, casarmos, e construirmos nossa própria família. Algumas pessoas pensam em casamento desde crianças, e imaginam que quando crescerem e alcançarem determinada idade conhecerão o amor da sua vida e, enfim, se casarão.

Mas e quando essa tal idade chega e a pessoa ainda está só? E quando o tempo vai passando e o sentimento de solidão só aumenta? É possível esperar e confiar em Deus sem se desesperar? Entrevistamos dois jovens de idades diferentes para uma discussão sobre o que é esperar em Deus.

Heitor tem 25 anos, está concluindo a faculdade e trabalha como autônomo. Ele acredita que ainda está solteiro por medo de errar e de ter más conseqüências no futuro. Quando questionado sobre o que ele considera ser esperar em Deus, respondeu: “Uma vez ouvi que ‘Devemos ter muita calma e subir degrau por degrau, pois cada vez que antecipamos a jornada, também antecipamos o final’. E quando se trata de esperar em Deus contamos com o fator certeza. Esperar é está no lugar certo e também na hora certa. Alguém pode dizer que esperar em Deus é perder tempo, mas na verdade esperar no Senhor é escolher não perder tempo. Até porque quem se apressa erra o alvo”, afirmou.

Giselle Pereira tem 33 anos, ela é Policial Militar e também está solteira. Segundo ela, “esperar em Deus é confiar, certa de que serei respondida. É ter fé. É acreditar que o melhor de Deus virá”, disse.

Apesar da diferença de idade e contexto em que vivem, Heitor e Giselle tem algo em comum: A confiança de que Deus dará o melhor a eles. “Estou esperando pacientemente. É difícil, mas não é impossível”, afirmou Giselle. “Eu tenho procurado me dedicar ao Senhor, na igreja, estudar e tentar obter uma boa condição financeira para que quando o momento oportuno chegar, as coisas possam ocorrer da melhor forma possível”, revelou Heitor.

O que fazer quando se está esperando é o ponto chave para uma espera bem sucedida. Sobre isso, o escritor John Fisher escreveu o seguinte: “Deus me chama para viver o presente. Deseja que utilize todo o meu potencial como homem hoje, que seja grato pela minha condição atual e que a aproveite da melhor maneira possível. Tenho a impressão de que a pessoa solteira que está sempre sonhando em se casar provavelmente se casará, descobrirá as reais implicações do casamento e passará a sonhar com a vida que levava antes! Ela se perguntará: ‘Por que não fiz melhor uso do tempo que tinha para o Senhor quando minhas responsabilidades não eram tão numerosas? Por que não me entreguei completamente a Ele quando estava solteira?”

Muitas vezes, as cobranças familiares e de amigos trazem uma pressão tão forte, que fazem quem está esperando, se sentir na obrigação de entrar em um relacionamento mesmo sem saber se ele é da vontade de Deus. E é exatamente aí que está o problema. Um famoso ditado diz que “a pressa é inimiga da perfeição”. Nesse caso, a pressa ignora a vontade de Deus.

“Achar que está demorando nos traz ansiedade e muitas vezes o desespero por se limitar ao tempo. Sabemos que o tempo de Deus não é o nosso”, afirmou Giselle. Sobre Confiar que Deus tem o controle e esperar Sua vontade, Heitor também tem o segredo: “Quando menos esperamos, as coisas acontecem. Esperar em Deus é viver e no meio da jornada tudo vai se encaixando. Não é uma obra do acaso, mas a provisão de Deus como recompensa à nossa esperança depositada nEle. Como diz Salmos 37.5: “Entrega teu caminho ao Senhor, confie nEle e tudo Ele fará”.

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* Publicado originalmente no Adnews 63 (Junho/2017). 

Recuperando meu relacionamento com Deus

O principal objetivo de Deus, ao formar o homem, foi estabelecer com este uma relação de íntima comunhão. Apesar da queda e das suas consequências, o desejo de Deus em relação à humanidade continua sendo o mesmo hoje, tal como no princípio! A maior evidência disso está no fato de que, ao criar o homem, Deus lhe dá o espírito (Zc 12.1), ou seja, a parte imaterial do ser, que possibilita o relacionamento com o Altíssimo (não confundir com a alma, que é o centro das emoções). Embora a maioria das pessoas viva distante do Criador, a Bíblia afirma que o desejo de Deus é que todos sejam salvos (1 Tm 2.4) e, consequentemente, passem a relacionar-se com Ele.

Entretanto, apesar de tudo o que Cristo fez em nosso favor, vivificando-nos quando estávamos espiritualmente “mortos em delitos e pecados” (Ef 2.1-13), é triste observar a quantidade de cristãos que têm arruinado seu relacionamento com Deus. Infelizmente, muitos não têm dado o devido valor ao sacrifício de Jesus! Quando pensamos naqueles que se encontram nessa situação, normalmente os associamos aos que não estão mais na Igreja; porém, a realidade mostra que nem sempre é assim.

É possível estar na Igreja sem, contudo, manter um relacionamento correto com Deus. De fato, esse não é um problema observado apenas em nossos dias. Há mais de 2000 anos, na Ásia, encontramos o exemplo de cristãos que, apesar de estarem participando ativamente dos trabalhos de uma igreja local, não mantinham mais o mesmo relacionamento com Deus. Eles estavam na congregação, trabalhavam incansavelmente para o Senhor, possuíam conhecimento suficiente para identificar um falso apóstolo e, ainda assim, não estavam bem em sua relação com Jesus (Ap 2.2-5). A mensagem do Mestre. dirigida à Igreja de Éfeso, esclarece-nos a origem do problema: “Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor” (Ap 2.4). Vale destacar que os primeiros dias da Igreja de Éfeso foram gloriosos (At 19.1-20); porém, não se haviam passado nem 80 anos, e eles estavam ameaçados de perder sua posição como Igreja (Ap 2.5). Entretanto, sempre que Jesus repreende Seu povo, o faz com amor! Ao exclamar: “Lembra-te, pois, de onde caíste e arrepende-te, e pratica as primeiras obras” (Ap 2.5a), Jesus estava mostrando o caminho para a restauração do relacionamento com Ele!

Quando o crente deixa seu primeiro amor, precisa urgentemente lembrar onde caiu e correr aos pés de Jesus clamando por socorro! Afinal, quando o primeiro amor se perde, o relacionamento com Deus se extingue! A fim de evitar que isso aconteça, a Palavra de Deus nos conclama: “Chegai-vos, e ele se chegará a vós.” (Tg 4.8a).

Para aqueles que desejam recuperar seu relacionamento com Deus, encontramos uma promessa maravilhosa da parte do Senhor: “E buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29.13).

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* Publicado originalmente no Adnews 27 (Maio/2014). 

Enfrentando a timidez na adolescência

Timidez é um estado de desconforto que pode acontecer diante de situações sociais. Às vezes, chega a atrapalhar o bom desempenho do adolescente, não permitindo que ele atinja seus objetivos.

Geralmente se desencadeia em situações de confronto com autoridade; situações de interação com algumas pessoas; contato com estranhos; falar em grupos ou em público. A timidez é um padrão de comportamento que impede a pessoa de exprimir seus pensamentos e sentimentos e interagir ativamente. Prejudica a qualidade de vida porque pode provocar um empobrecimento nas relações sociais.

Adultos tímidos são resultado de adolescentes tímidos. Adolescentes tímidos não foram necessariamente crianças tímidas, isso pode ser agravado pelas mudanças que caracterizam a fase da adolescência. Quando os pais são tímidos ou têm baixa autoestima podem favorecer a repetição desse comportamento nos filhos. De igual modo, pais excessivamente agressivos formam filhos tímidos que tendem a ver os outros como figura de hostilidade.

Adolescentes que são submetidos a críticas constantes, situações vergonhosas e humilhações silenciosas ou públicas podem desenvolver timidez excessiva. Da mesma forma, pais que têm comportamento frio, não demonstrando sentimentos e afeto, não ajudam os filhos a desenvolverem confiança em si mesmos.

Todos temos momentos de timidez, e isso não é, necessariamente, negativo ou doentio. Na verdade, até pode funcionar como um tipo de regulador social, impedindo que aconteçam determinados excessos. Funciona ainda como um mecanismo de defesa, porque permite avaliar situações novas.

Há dois tipos de timidez mais frequentes. Aquela que acontece dependendo da situação, ou seja, em situações específicas. E a timidez mais abrangente, em que a inibição acontece em quase todas as áreas do convívio social: em casa, na escola, na igreja, etc. O adolescente não consegue falar com estranhos, não consegue fazer amigos e tem dificuldade extrema para falar em público.

Quando a timidez depende do contexto, significa que o adolescente consegue enfrentar outras situações. Então, deve-se investir numa constante melhora, tentando assim superar a dificuldade.

Quando é crônica, é necessário cuidado, porque ela pode evoluir, provocando até fobia social. Isso acontece quando o adolescente passa a evitar todas as situações sociais — como trabalhar, comer em local público, etc. —, chegando a ter sudorese, tremores, taquicardia, náuseas e a se isolar constantemente.

Um dos remédios para vencer a timidez na adolescência é buscar contato social com aquelas pessoas mais conhecidas, com as que menos impressionam ou desestabilizam o emocional do tímido. Isso quer dizer que se deve preferir estar com as pessoas com as quais se sintam melhor, mais seguras nas atitudes, como uma forma de treinamento para os relacionamentos humanos. Essa prática pode ser repetida quantas vezes forem necessárias, até que o adolescente vá, gradativamente, se sentindo mais seguro.

A proteção, o aconchego, o respeito e a sinceridade na relação familiar também podem ser importantes aliados para o adolescente que sofre com a timidez, porque servirão como fonte de segurança e amparo nos momentos em que ele vier a se sentir desestabilizado.

A intimidade com o Senhor, a fidelidade e obediência a Ele é a principal arma que está ao alcance das mãos de todos que enfrentam dificuldades com a timidez. Porque em Deus está o lugar forte de onde emana toda firmeza que cada adolescente precisa para seguir andando a passos fortes, rumo aos seus objetivos na Terra, até chegar no céu, onde não haverá nenhuma sorte de dor, tristeza ou ameaça.

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* Publicado originalmente no Adnews 47 (Fevereiro/2016). 

Caruaru recebe última celebração do Centenário da IEADPE no interior do Estado

 Mais de 260 pessoas entregaram suas vidas para Jesus reconhecendo-O como Senhor e Salvador

O Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, em Caruaru, Agreste pernambucano, foi o lugar escolhido para receber a última celebração do Centenário da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE), antes do dia 20 de outubro, quando acontece, na Arena Pernambuco, a festa dos 100 anos da Igreja.

O local ficou pequeno, para a multidão que esteve presente, aproximadamente 52 mil pessoas, segundo dados da Polícia Militar de Pernambuco. Entre elas, as caravanas vindas das cidades do Agreste, diversos pastores das outras regiões, coordenadores de áreas, autoridades locais e os pastores membros da Diretoria Igreja e da Convenção de Ministros da Assembleia de Deus em Pernambuco (Conadepe).

Ao início da tarde, as primeiras, das 20 mil cadeiras organizadas no local, já eram sendo ocupadas e, às 16h, o Culto Introdutório foi iniciado com a participação de grupos e cantores convidados. O Pastor Presidente, Ailton José Alves, foi quem, pontualmente às 19h, fez a oração que abriu o Culto Oficial, e logo em seguida, os hinos congregacionais foram entoados por todos os presentes, que acompanhavam o Pr. Luiz Mário, Secretário da Igreja.

 

O Hino Oficial foi entoado, em um momento marcante do evento. Ao solo da Ir. Eliã Oliveira, todos cataram em uníssono os cem anos de vitória da Assembleia de Deus em Pernambuco e dois painés humanos formando o nome “Jesus” e o símbolo dos cem anos da IEADPE, além de um Grande Coral de 1.500 irmãs, montavam um lindo quadro.

A ministração da Palavra foi feita pelo Ev. Elisjanai Carlos, que leu no Evangelho de João, capítulo 1 e os versículo 1 e 14. Como em todas as celebrações, o tema central da mensagem foi Jesus. Apresentando quem era o Verbo que se fez carne, as Suas obras e citando os 35 milagres que as Escrituras relatam que Ele operou, o pregador anunciou que Jesus é o Filho de Deus, que veio salvar a humanidade.

Após a explanação da Palavra, 269 pessoas aceitaram a Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas, como fruto da intercessão e clamor da Igreja.

A cobertura completa do evento foi feita pela Rede Brasil de Comunicação, através de suas plataformas de TV, Rádio e Internet.

Em Caruaru, a IEADPE finaliza a série de cruzadas evangelísticas realizadas em 07 cidades de Pernambuco: Petrolina, Goiana, Garanhuns,Ouricuri, Palmares, Custódia e Caruaru. Um ano de celebração, com mais de mil conversões e que terá seu encerramento em outubro, mês em que a IEADPE completa seus 100 anos de existência.

Coro Jovem completa 7 anos na Área 44

“Aviva, ó Senhor, a tua obra” (Hc 3.2): este foi o tema do sétimo aniversário do Coro Jovem Redenção, celebrado nos dias 4 e 5 deste mês, na congregação de Torrões (Área 44). Na ocasião, um casal afastado dos caminhos do Senhor se rendeu aos pés de Cristo e recebeu a oração dos congregantes. Confira as fotos.

Amor negado: A triste realidade de pais que são abandonados pelos filhos

Filhos que abandonam os pais, maltratam, excluem. Por que eles fazem isso? O reconhecimento de todo amor que receberam pode vir tarde demais.

Imagine a seguinte situação: Um casal de idosos, com problemas de saúde e impossibilitados de realizar as atividades do cotidiano, sozinhos. Esse casal tem três filhos, mas eles estão ocupados demais para ajudá-los a se vestir, fazer suas refeições e passear com eles. Os dois vivem uma vida solitária. Os netos? Eles até têm, mas são adolescentes que não gostam de conversar com idosos porque “eles repetem sempre a mesma história”. A correria de todos os dias também não os deixa ligar, sequer, para dar um bom dia.       

Um dia, após poucas, mas necessárias cobranças desse casal aos seus filhos, as crianças que foram criadas com amor e sacrifício, e que agora são donos da própria vida, deixaram os idosos em um asilo. “Esse é o melhor lugar para vocês. Aqui não ficarão sozinhos. Não temos tempo para cuidar de vocês”, afirmaram e viraram as costas.

Triste? Chocante? Injusto? Poderia trazer inúmeros adjetivos para essa situação acima citada, que não é nada rara. Filhos abandonam pais de todas as idades, seja em asilos, em casa, ou até afetivamente. É um corte de laços que traz muita dor àqueles que um dia sacrificaram tempo, e se dedicaram tanto aos filhos.

Sobre os motivos que levam essas pessoas a abandonarem os pais, a psicóloga e neuropsiquiatra, Amanda Sales, explicou em entrevista ao ADNews que “As pessoas cada vez mais pensam apenas nelas mesmas. Uma pessoa que desde cedo não internalizou a regra de reciprocidade, onde estará, dentre outros, o sentimento de gratidão, será um adulto com sérias dificuldades nos relacionamentos. Especialmente naqueles que exigirão mais entrega, sendo esse o caso desses filhos que abandonam seus pais”.

A população está se tornando cada vez mais idosa. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2016, o número de idosos com 80 anos ou mais pode passar de 19 milhões em 2060. Boa notícia, visto que a expectativa de vida dos brasileiros tem aumentado. Mas o problema, é que nem sempre esses idosos conseguem o suporte que necessitam, seja da família ou do governo.

O artigo III, do Estatuto do Idoso garante que: “É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária”. O Estatuto do Idoso protege idosos a partir dos 60 anos.

Se o abandono afetivo já acontece por filhos que não respeitam, e nem querem mais a presença dos pais, estando eles ainda jovens, quando esses pais ficam idosos é muito mais comum ver esses filhos perdendo a paciência e os abandonando.

Este ano, o Brasil ficou chocado com o caso de um homem, Roberto Elísio Coutinho de Freitas, que foi pego em flagrante agredindo fisicamente e verbalmente à mãe de 84 anos. Nos vídeos, compartilhados em redes sociais, o homem verbaliza frequentemente, xingamentos à mãe que chora se perguntando o por quê de ele está agindo daquela forma. Ele segura fortemente o braço da mãe e diz para ela parar de chateá-lo. Ele reclama o tempo inteiro e diz que vai abandoná-la.  Após assistirem as imagens, milhares de pessoas se revoltaram e pediram a prisão do agressor. O homem foi preso e alegou problemas mentais.

Apesar de este homem afirmar várias vezes que não estava agredindo a mãe, as imagens provam o contrário. Para os efeitos de Lei, considera-se violência contra o idoso qualquer ação ou omissão praticada em local público ou privado que lhe cause morte, dano ou sofrimento físico ou psicológico.

Diante de tanto sofrimento, esses idosos chegam a achar que o asilo é realmente a melhor opção para terminarem suas vidas. A companhia de pessoas desconhecidas, e o cuidado de voluntários acabam por se tornar o motivo de esperança e alegria de quem não sabe mais o que é ter uma família.

No caso do abandono afetivo, onde os pais não têm mais o amor dos filhos, mesmo que eles ainda morem dentro de casa, a dor do afastamento vai consumindo a mente daqueles que nunca entenderão as causas do abandono. É como valorizar e amar alguém que não dá a mínima importância. Alguém tão próximo que se tornou um desconhecido.

“O abandono é um dos lutos mais sofridos para qualquer indivíduo. Caso não seja devidamente elaborado, pode levar ao adoecimento mental, como quadros depressivo-ansiosos, por exemplo, assim como doenças psicossomáticas”, afirmou Amanda Sales.

Casos assim exemplificam o significado de ingratidão: Falta de reconhecimento. Filhos que abandonam os pais, que não ligam, que não demonstram amor, que não abraçam, que não dão nem um simples sorriso e, muito menos, revelam a gratidão por todo amor que receberam, um dia vão perceber que aqueles que tanto ignoraram, deixaram para depois, e não deram importância, são os que mais vão querer ao seu lado…Que não percebam tarde demais, quando os elogios e reconhecimentos não poderão mais ser ouvidos.

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* Publicado originalmente no Adnews 64 (Julho/2017). 

Penúltima celebração do Centenário reúne centenas no Sertão pernambucano

Como os outros cinco eventos realizados, esta edição também recebeu irmãos de toda parte do Estado

            

A cidade de Custódia foi a escolhida para receber a penúltima celebração do centenário da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE).  Já no início da tarde, no Parque de Exposição de Animais da cidade, local onde aconteceu o evento, as primeiras cadeiras começaram a ser ocupadas pelos irmãos  da cidade e de caravanas vindas de todas as partes do Estado.

O Culto Introdutório começou às 17h, com a participação de grupos locais e cantores convidados, e antes das 18h, o Culto Oficial foi iniciado com uma oração feita pelo Pastor Presidente, Aílton José Alves.

Logo em seguida, os hinos da Harpa Cristã foram entoados e após o momento de louvor congregacional, o vídeo contado um pouco da história do centenário da IEADPE com o depoimento da Ir. Ruth Carlson, filha dos missionários Joel e Signe Carlson, pioneiros desta obra, foi exibido. Após esta apresentação, como tradicionalmente acontece, a cantora Eliã Oliveira cantou com todos os presentes o Hino Oficial do Centenário: “Cem anos de História, cem anos de vitória, Assembleia de Deus em Pernambuco comemora. Cem anos de História, cem anos de vitória, Assembleia de Deus, eu faço parte desta História”.

O Pr. Simas Dias, Primeiro Secretário da Convenção de Ministros das Assembleias de Deus (Conadepe), e responsável pela filial na cidade de Carpina, para fazer a Leitura Oficial, feita no Livro de Mateus cap. 16, vrs. 13 ao 16: “E, chegando Jesus às partes de Cesaréia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas. Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou? E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus. Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.

O Pastor Vice-Presidente, Ailton Junior, apresentou os visitantes: os pastores da diretoria da Igreja e ministros de cidades vizinhas ao município de Custódia e suas respectivas caravanas, diversos coordenadores e irmãos das Áreas da Região Metropolitana do Recife.

O preletor da noite foi o Ev. Fábio Benício, que leu no Evangelho de Mateus 11. 28 ao 30. O ministro falou sobre o convite especial de Jesus, que diferente de qualquer outro, traz uma mudança real de vida através do Seu amor, para aos que aceitarem o seu convite.  “Jesus tem amor sincero e verdadeiro para dar aos seus convidados”, disse. O pregador também contou alguns testemunhos de cura, evidenciando que Jesus também oferece cura para os que lhe buscam.

O convite veio após a explanação da poderosa Palavra de Deus e 80 pessoas aceitaram a Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas, aceitando ao convite especial de Cristo.

A Rede Brasil fez a cobertura de todo o evento pela Rádio AM e FM, TV e Internet, com uma programação especial com entrevistas e a transmissão ao vivo do culto.

A última celebração será no próximo sábado, 11, na cidade de Caruaru.