O namoro cristão

“Não é bom que o homem esteja só.” Essa foi a declaração do Criador, ao observar a necessidade de Adão ter alguém por perto para interagir e corresponder-lhe nas mais variadas esferas de convivência. Não há dúvida alguma de que o ser humano foi criado para se relacionar com Deus, com a sociedade e em família.

Salomão aborda uma variedade de interações dentro dos relacionamentos. Por exemplo, ele fala sobre a relação profissional quando escreve: “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho” (Ec4.9-11). Trata de amizade e companheirismo ao dizer:  “Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro […]”. E, provavelmente, apresenta um nível de proximidade que caracteriza a intimidade conjugal quando declara: “Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só, como se aquentará?”. Sendo assim, é clara a necessidade de o homem desenvolver relacionamentos, visto que Deus o criou com essa característica.

Em nossos dias, vemos que a sociedade busca cada vez mais explorar essa realidade de forma negativa. Satanás procura deturpar ao máximo as relações existentes, e, como resultado, a sociedade está em crise!

Jesus nos ensina a nos edificarmos sobre a rocha (Mt 7.24), porque a base de nossa construção espiritual determinará o futuro das diversas áreas do viver. Casa, na Bíblia, fala também de família. Como crentes, precisamos entender que o namoro é o início de uma relação que tem como objetivo a construção de um lar. Se a base dessa relação estiver comprometida, a família, a igreja e a sociedade também estarão.

O namoro cristão deve ser conduzido à luz da Palavra de Deus, levando-se em conta alguns princípios. Entre eles, o momento certo. “Há tempo pra tudo”, escreve o sábio Salomão. Iniciar um relacionamento que envolve responsabilidades quando não existe maturidade para isso é um risco. O adolescente não está preparado para esse tipo de compromissos e ainda não desenvolveu maturidade espiritual, se não definiu o rumo de sua vida profissional e, principalmente, porque ainda está lutando com as transformações de seu corpo. Jovens que entram na “onda” do “ficar” e fazem disso um hábito dificilmente saberão manter um relacionamento estável, dentro dos padrões divinos de santidade.

Não podemos esquecer que o ideal não é encontrar a pessoa certa, e sim ser a pessoa certa! Quem se esforça para ser dificilmente perderá tempo com aqueles que apenas desejam ter satisfação pessoal.

Ev. André Alencar

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* Publicado originalmente no Adnews 39 (Junho/2015). 

Nova congregação é inaugurada na Área 13

Um novo templo foi inaugurado nesta quarta-feira (25) em Estrada do Frigorífico, na Área 13 (Boa Viagem). Irmãos e vizinhos compareceram ao local e presenciaram a cerimônia com a leitura da placa de identificação do edifício e abertura simbólica do laço inaugural.

Após este ato, os presentes entraram no prédio onde foi realizado o primeiro culto da nova congregação, com o louvor de conjuntos musicais da Área e a ministração da Palavra pelo escalado do Pastor Presidente.

 

Ao final, o responsável pela congregação foi apresentado, e o Coordenador da Área agradeceu a Deus por suas bênçãos e aos irmãos pela cooperação no trabalho de construção do templo.

Do mesmo modo, como forma de gratidão pelo novo local, estão sendo realizados cultos e estudos todas as noites até o domingo 29, quando a festividade concluirá com um culto festivo.

 

 

Desastres naturais: Deus ou o homem?

Será que é possível relacionar com absoluta certeza, as catástrofes da natureza com o juízo divino? Algumas pessoas apontam categoricamente às calamidades da natureza, apenas como resultado da ira do Criador em relação aos excessivos pecados da humanidade, e perguntam: Por que Deus permite terremotos, tornados, ciclones, tsunamis, furacões, deslizamentos e outros desastres naturais? E, assim, questionam a bondade de Deus. É injusto quando pessoas se referem aos desastres naturais como sendo exclusivamente uma “ação de Deus” e nenhum “crédito” é dado a Deus pelos anos, décadas e até mesmo séculos de clima pacífico. Então, por que ocorrem catástrofes que atingem milhões de pessoas no mundo todo? Primeiramente, podemos dizer que o homem é o responsável pela destruição da natureza, pois tudo que Deus fez foi e é “muito bom” (Gn 1.31), é Ele é o preservador da natureza.

Em segundo lugar, podemos dizer que as condições econômicas levam milhares de pessoas a morarem em locais impróprios, sujeitos às enchentes e deslizamentos, e outras catástrofes naturais. Soma-se a isto o desmatamento, que tem alterado o equilíbrio do ecossistema em várias partes da Terra, contribuindo para a alteração do clima, e, deste modo, direta ou indiretamente, para a ocorrência de desastres na natureza. Poderíamos ainda acrescentar, o crescimento desordenado das grandes cidades, exigindo excessiva pavimentação e impermeabilizando por consequência o solo, impedindo a correta drenagem das águas da chuva e a alteração do curso de rios, para a construção de hidroelétricas. Deste modo, não podemos atribuir a culpa a Deus. As Escrituras Sagradas nos dizem sobre Ele: “Deus nunca deseja praticar o mal” (Tg 1:13). Ciclones, furacões e tornados são resultados de leis do estado atmosférico que são divergentes e se colidem. Terremotos são os resultados da estrutura da base da terra se deslocando. Um tsunami é causado por um terremoto debaixo d’água.

Deus pode prevenir desastres naturais? Com certeza! Deus às vezes influencia o clima? Sim. (Dt 11:17 Dn 2.21-a; Tg 5:17). Será que Deus às vezes causa calamidades naturais como julgamento contra o pecado? A resposta é sim! (Nm 16:30-34). O livro de Apocalipse descreve muitos eventos que com certeza podem ser descritos como desastres naturais (Ap. Caps . 6,8 e 16). Será que todo desastre natural é uma punição de Deus? Absolutamente não! Da mesma forma que Deus permite que pessoas más cometam atos de maldade por sua livre escolha, Deus permite que a terra demonstre as consequências do pecado sobre a Criação (Rm 8:19-21). A queda da humanidade em pecado afetou tudo, incluindo o universo onde habitamos. Tudo na criação está sujeito à “vaidade” e a “corrupção”.

O pecado, juntamente com a destruição do meio ambiente causada pelo próprio homem são as causas para os desastres naturais, da mesma forma que é a causa principal para a morte, doenças e sofrimentos. O que podemos saber é que Deus é bom! Há tantos milagres surpreendentes que acontecem ao mesmo tempo que os desastres naturais prevenindo uma quantidade maior de mortes que poderiam acontecer. Catástrofes naturais permitem milhares de pessoas a reavaliarem as suas prioridades na vida. Embora seja difícil encontrar alguma coisa boa numa catástrofe, a verdade é que podemos tirar delas algum aprendizado. Podemos então concluir que: Calamidades naturais acontecem pela influência e ação do próprio homem em seu habitat, e também como consequência do pecado em sua vida de desobediência e rebeldia contra seu próprio Criador!

Pb. Alessandro Barreto

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* Publicado originalmente no Adnews 04 (Fevereiro/2012). 

Amando a esposa como Cristo amou a Igreja (Ef 5.25-29)

O relacionamento entre Cristo e a Sua amada Igreja, deve ser o padrão para o relacionamento entre marido e esposa. Assim como Jesus ama e se sacrificou por sua Noiva, o marido deve dedicar sua vida para fazer da sua esposa uma mulher amada, feliz e protegida.

A Bíblia Sagrada é uma fonte de inspiração para os cônjuges, porque nela estão contidos todos os parâmetros para a vida conjugal. O objetivo de Deus ao constituir famílias é o bem-estar do ser humano, o equilíbrio emocional e afetivo que ele precisa para viver feliz. O texto sagrado nos afirma que a felicidade de um casal é uma herança divina: “Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias de vida da tua vaidade; os quais Deus te deu debaixo do sol, todos os dias da tua vaidade; porque esta é a tua porção nesta vida e do teu trabalho que tu fizeste debaixo do sol” (Ec 9.9).

Como já afirmamos, o parâmetro do amor do esposo em relação a sua esposa, é o amor de Cristo devotado à Sua Igreja. Como Jesus amou Igreja? Vamos analisar alguns aspectos deste relacionamento, aplicando na vida de um casal.

Em primeiro lugar, é necessário uma disposição ao sacrifício (Ef 5.2,25). O modelo desse amor é Cristo, que amou de tal forma a sua esposa (a Igreja) que deu sua vida por ela. Essa é a qualidade de amor que o marido deve oferecer à esposa, um amor capaz de dar de si mesmo, destituído de egoísmo, que é capaz de dar sua vida em sacrifício por ela.

Um segundo aspecto a ser analisado é o amor protetor do esposo. Ele deve amar e santificar a sua mulher, ou seja, ofertá-la para Deus. Como? Por meio da oração e da Palavra, o esposo santifica o seu casamento, separando-o para o louvor do Senhor. Deus definiu uma função de sacerdote para o marido no lar. Santificar implica numa atitude de proteção, tomar a iniciativa de separar para si, não permitir que coisas estranhas a toquem, proteger dos perigos espirituais e da concupiscência deste mundo. O marido não tem poder para limpar a sua esposa espiritualmente, mas, deve ter a responsabilidade de cuidar dela, de tal forma que a defenda do pecado. No dia a dia, deve haver oração conjunta, diálogos sadios, estudo da Bíblia e leitura de bons livros. Além disso, o marido deve cuidar daquilo que entra na mente de sua esposa. Por exemplo, os tipos de programa de televisão, páginas da web, as revistas ou livros que ela lê, etc. O marido deve ajudar a sua esposa no seu crescimento espiritual e no seu serviço a Deus.

Um terceiro aspecto a ser analisado é a comunhão entre o esposo e a esposa. Neste contexto, estão incluídas as demonstrações práticas de carinho, de afeto (Pv 31.29; Ct 4.1), através de palavras e gestos (1 Jo 3.18). O marido precisa dedicar tempo para conversar com a esposa, mantendo um diálogo constante, deve ser pronto ouvir (Tg 1.19) e ser sempre verdadeiro no seu relacionamento (Ef 4.15,25).

Por fim, o esposo deve sempre lembrar de seu papel provedor (Ef 5.29), que abrange o alimentar e sustentar a sua esposa, conforme a recomendação bíblica. O texto sagrado afirma: “Além do mais, ninguém jamais odiou o seu próprio corpo, antes o alimenta e dele cuida, como também Cristo faz com a igreja”. Observe como Cristo cuida da igreja, que é o seu corpo, e sigamos o seu exemplo. De acordo com a Bíblia, no casamento, homem e mulher se tornam uma só carne, e Paulo está afirmando que ninguém vai odiar a sua própria carne ao contrário, vai alimentar e cuidar. Neste sentido, o marido deve cuidar da sua esposa fisicamente, porque ele é responsável por sua saúde e bem-estar.

“Um homem pode herdar de seus pais casa e dinheiro, mas só Deus pode dar uma esposa sensata” (Pv 19.14-NTLH).

Ev. Josiel Soares

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* Publicado originalmente no Adnews 50 (Maio/2016). 

Chega a vez de Palmares

30 mil pessoas compareceram à 5ª celebração alusiva ao centenário da IEADPE

Depois de quase dois meses da última, que aconteceu na cidade de Ouricuri, chegou a vez da cidade de Palmares, na Zona da Mata Sul, receber a 5ª celebração alusiva ao Centenário da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE).  O evento aconteceu no pátio da Sulanca, no Centro do município, local onde foram organizadas 12 mil cadeiras, todas ocupadas.

O Culto Oficial iniciou às 18h40, mas desde o início da tarde, os irmãos já chegavam com suas famílias para cultuarem ao Senhor e participarem do Culto Introdutório, isso por volta das 16h. Diversos grupos de louvor e cantores convidados participaram deste momento.

 

Após a oração, de início do Culto Oficial, realizada pelo Pastor Presidente, Aílton José Alves, o Pr. Luiz Mário (1º secretário), cantou os três hinos congregacionais, dando continuidade ao clima de adoração iniciado desde a tarde.

Dois grandes corais estiveram participando do evento, um formado pelos jovens e outro, pelas irmãs do Círculo de Oração, ambos da cidade anfitriã. Além das caravanas vindas de diversas cidades como: Catende, São José da Coroa Grande, Belém de Maria, Nossa Senhora do Ó, Amaraji, Cabo de Santo Agostinho, Abreu e Lima, Moreno, Vitória de Santo Antão, Escada, Ipojuca, Rio Formoso, Recife, entre outros e seus respectivos pastores e suas esposas. Estiveram presentes também, os pastores membros da diretoria da IEADPE, como o Pastor Vice-presidente, Ailton Junior, o Pr. Isaac Silva e o Pr. Eliel Aguiar;  os membros da Convenção de ministros da Assembleia de Deus em Pernambuco (Conadepe), Pr. Samuel de Oliveira (Vice-presidente) e os secretários, Pr. Simas Dias, Pr. Jayme Alexandre e o Pr. Manoel Anízio; e coordenadores de Áreas.

A Leitura Oficial em Mateus, capítulo 16, do versículo 13 ao 18, foi feita pelo Pr. Heleno Sebastião, responsável pela cidade de Palmares, e o Pr. Samuel de Oliveira fez a oração logo em seguida. Após esse momento, o vídeo contando um resumo da História da Igreja foi exibido e o Hino do Centenário foi cantado pela Ir. Eliã Oliveira.

O Pastor Setorial Marcelo Gomes (Setor-13, Rio Formoso) foi quem ministrou a Palavra, baseada no Evangelho de João (Cap. 5. 1 – 9). O ministro falou sobre o paralítico do tanque de Betesda e da transformação que Jesus realizou na vida daquele homem, a partir da cura física, até a cura espiritual. Na ocasião, também contou o testemunho de uma cura pessoal, quando Jesus lhe curou de cegueira.

Após o convite, 113 pessoas aceitaram a Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas.

A cobertura completa foi realizada pela Rede Brasil de Comunicação, através de suas plataformas de TV, Rádio e Internet. Quem não pôde participar ou assistir ao evento, pode acompanhar tudo o que aconteceu nas Redes Sociais oficiais da emissora ou da IEADPE. A próxima celebração acontecerá na cidade de Custódia, no sertão pernambucano, no dia 04 de agosto.

 

‘Só mais um episódio!’: O vício nas sagas e séries de TV

Quando sai o último episódio da temporada da sua série favorita, o que você faz? Deixa de sair de casa porque não pode perder de jeito nenhum o desfecho da trama? Fica nervoso só em pensar que vai ter que esperar meses para assistir à próxima temporada? Briga com amigos para defender seu personagem favorito? É… Você pode estar viciado em séries.

Mas o que de fato é vício? Vício é um hábito repetitivo que degenera (altera as qualidades) ou causa algum dano ao viciado e aos que convivem com ele. Existem vários tipos de vício: em bebidas, comidas, jogos e, no caso do assunto em questão, séries.

Um estudo realizado pela empresa alemã Neuromarketing Labs, encomendado pela Vodane e Fox, revelou que séries como The Walking Dead, Breaking Bad, The Big Bang Theory, Game of Thrones, The Vampire Diaries, entre outras, provocam sintomas físicos de dependência semelhantes aos demonstrados por viciados em droga.

Para o experimento, foram analisados atividade cerebral, frequência cardíaca, temperatura corporal, fluxo de sangue, níveis hormonais e taxa de movimento dos olhos de 75 voluntários com idades entre 18 e 47 anos antes e enquanto assistiam a suas séries favoritas.

As reações dos espectadores foram além do que os pesquisadores esperavam: os voluntários experimentaram aumento da sudorese, de batimentos cardíacos e uma respiração frenética. E o mais surpreendente: quando se afastavam a TV, experimentavam uma diminuição da temperatura corporal, o que, segundo o diretor do estudo, é uma reação semelhante à que os viciados em cocaína manifestam quando lhes é mostrado e depois retirado um pacote com a substância.

Segundo o estudo, os voluntários reagiram da mesma maneira independente do gênero da série, seja para uma comédia ou um horror. De acordo com o documento, os espectadores demonstraram preferência pelas que despertam fortes emoções, sejam elas positivas ou negativas. A análise hormonal mostra que o efeito é geralmente calmante, mesmo em cenas de terror.

Um anônimo comentou o estudo: “Eu queria entender porque sentimos uma forte ligação com os personagens das séries, é como se conhecêssemos e convivêssemos com eles diariamente, e quando desaparecem da série parece que perdemos um amigo”, revelou.

Comentários como esse não são incomuns. Algumas pessoas se tornam viciadas em séries simplesmente porque acreditam encontrar nelas um escape para solidão ou uma forma de distração. O que essas pessoas não percebem é que acabam se excluindo do convívio social e das atividades diárias para ficar em casa e passar horas em frente a uma TV. Mas é sempre bom lembrar que tudo tem limites e, quando nossas atitudes começam a ser prejudiciais, é bom repensá-las.

O perigo das sagas e séries de TV

Há muito tempo ouvimos acerca de quão nocivo é o conteúdo apresentado nas programações televisivas. Na verdade, o que anteriormente era disseminado de forma oculta, hoje é exposto abertamente sem nenhuma preocupação com os efeitos causados na sociedade. De fato, o que constatamos é um maligno propósito de provocar dano às famílias, destruir valores morais, princípios éticos e eliminar Deus ou o temor d’Ele dos corações dos telespectadores.

Nesse contexto, sabemos que as novelas se constituem num dos grandes veículos de disseminação de toda sorte de males que são produzidos no reino das trevas, aliados aos programas de entretenimento e reality shows de uma forma geral.

Apesar da triste realidade em que muitos crentes ainda se encontram, acorrentados a essa situação, sempre há aqueles que buscam evitar esse tipo de destruição em seus lares e, para fugir da influência negativa da programação aberta, optam pela contratação dos pacotes televisivos por assinatura. Existem também os que preferem eleger seu próprio conteúdo por meio dos sites streaming— fluxo de mídia, como meio de transmissão de dados na internet.

O problema é que essa migração para outras fontes tem gerado outras “dependências”! Muitos telespectadores cristãos, a fim de fugirem das novelas, acabaram tornando-se presas fáceis de outros meios de programação, entre eles as famosas sagas e seriados.

É bem verdade que nem todas as séries apresentam conteúdo ofensivo, mas, sabendo que Satanás não dorme, já é possível verificar que muitas pessoas têm sofrido forte influência de algumas sagas. Há registros de um considerável aumento pela busca do ocultismo, da bruxaria e Wicca como consequência do sucesso da saga Harry Potter. Sabe-se também de casos em que jovens começaram a praticar vampirismo depois de se tornarem assíduos fãs da saga Crepúsculo.

O que o Brasil consegue produzir em telenovelas, exportando seu conteúdo destrutivo para diversas partes do mundo, os EUA têm alcançado por meio das sagas e séries de TV. Apresentando desde os costumes mais abomináveis praticados na Roma antiga, passando pela apologia ao assassinato, à produção e ao consumo de drogas, adultério, à prostituição, ao homossexualismo, ocultismo, à criminalidade e a toda sorte de ilegalidade e ataques aos princípios que regem uma sociedade saudável, os seriados, hoje, encontram-se disponíveis não apenas nos canais por assinatura, mas também nos sites de filmes online e, ainda, na programação semanal de alguns canais de TV aberta.

Como consequência, temos uma geração de “viciados” em séries e sagas de todas as idades. Sabemos que os seriados não são uma novidade. Há muitos anos são produzidos programas que foram e até hoje são assistidos por milhares de pessoas em todo o mundo. O problema é que à medida que a quantidade de espectadores aumenta, o nível de moralidade, pureza e valores contidos nesses seriados diminui. Não erremos, a Palavra de Deus nos adverte: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam”.

Ev. André Alencar

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* Publicado originalmente no Adnews 35 (Fevereiro/2015).