Novas congregações na Região Metropolitana do Recife

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE), sob a presidência do Pastor Ailton José Alves, realiza a inauguração de vários templos neste mês de agosto.
Só na Região Metropolitana do Recife (RMR), incluindo Áreas e Setores, estão previstas a abertura de oito novas congregações, entre templos próprios e salões alugados e reformados.
Só neste sábado, 1º de agosto, são realizados os cultos inaugurais das congregações: Largo do Mauriti, no Setor 01 – Cabo de Santo Agostinho; Pirituba, no Setor 04 – Vitória; e Cajá 2, na Área 35. Todos os eventos acontecem a partir das 19 horas.
No sábado, dia 15, deve ser inaugurado o templo em Lagoa Dourada, na Área 55, às 19 horas. No domingo, 16, é a vez dos irmãos da congregação denominada Torrinha agradecerem a Deus pelo novo templo. O evento acontece às 10 horas.
No domingo, 22, a inauguração acontece na Vila Aeromoça, na Área 54, também às 10 horas. Na semana seguinte é a vez dos irmãos da congregação Dendê Ibura, também na Área 54, ficarem felizes com reforma e ampliação do templo. O culto acontece no sábado, dia 29, a partir das 19 horas. No domingo, 30, a festa é em Nova Descoberta, Área 29, a partir das 10 horas.
Você e sua família são convidados especiais. Participe destes momentos de louvor e adoração a Deus.

Testemunho ADNews julho – Ev. André Alencar

Na edição do ADNews – nº 40 – julho de 2015, publicamos o Testemunho do Ev. André Alencar, que trabalhou na Missão a IEADPE na Argentina.
Abaixo, você confere o texto completo, que reduzimos no jornal impresso devido ao espaço disponível.

“O Evangelho fez toda a diferença na minha vida, na minha família e na minha história”

Ev André AlencarNesta edição, vamos conhecer um pouco da história de vida do Ev. André Alencar, que, ainda muito jovem, abandonou seus antigos conceitos e se permitiu viver o melhor de Deus para sua vida.
Quando criança, ele morava com sua família em Manaus, Amazonas. Apesar de a sua mãe não frequentar a Igreja, ela levava o pequeno André e sua irmã para os cultos. Ao completar 10 anos de idade, sua família se mudou para Pernambuco, mais precisamente para Olinda.
A mudança mexeu com a rotina da família, e eles foram deixando de frequentar a Igreja, mas o pouco tempo que eles participaram dos cultos havia sido suficiente para ter sido plantada a semente da Palavra de Deus. “O que eu aprendi na infância foi o suficiente para conhecer os princípios básicos da fé cristã: algo sobre Deus, Jesus, o céu e o inferno”, disse.
Durante a adolescência, o Ev. André quis experimentar as coisas que o mundo oferecia. “Na minha adolescência, eu estive afastado, e foi um período difícil, porque eu me envolvi com muitas coisas do mundo. Amava esportes radicais, músicas de rock e esses estilos mais pesados e alternativos”, lembrou.
Essas atitudes acabavam refletindo no seu estilo de vida, no modo de se vestir e no seu comportamento. “Meu pensamento sobre meu destino eterno era que, quando eu chegasse à velhice e tivesse curtido muito a vida, eu iria fazer as pazes com Deus e morreria a tempo de ir para o céu”, conta.
Mas os planos de Deus são bem maiores do que os nossos, e a forma como Ele age nos surpreende. “Eu louvo a Deus porque Ele se antecipou e interferiu naquilo que eu projetava”.
Na juventude, com 19 anos, foi morar em Carpina com sua família. Nessa época, sua mãe já tinha se voltado para os caminhos do Senhor e o convidava para frequentar os cultos. “Eu não apresentava nenhuma resistência porque ir à Igreja era algo que eu conhecia desde a infância. Mesmo sem pensar em voltar, eu não via problema nenhum em ir”, explicou.
Certo dia, ele acordou ouvindo um programa evangélico no rádio. “Nesse dia, a Ir. Creusa de Oliveira estava dando uma entrevista, contando seu testemunho e cantando alguns hinos. Era de manhã cedo, e eu estava dormindo quando ela começou a cantar. Eu acordei escutando aquele louvor. Para mim, foi uma experiência diferente se comparado aos estilos de música que eu estava acostumado”, afirmou.
Naquele momento algo diferente aconteceu. “Ao ouvir aquele hino, eu acordei chorando. Minha mãe disse que a irmã que estava cantando iria estar no Círculo de Oração na Igreja-sede em Carpina e perguntou se eu queria ir”, disse.
Durante o culto, ele sentia uma coisa diferente e suas lágrimas se misturavam aos louvores entoados naquele lugar. Ao final do culto, quando o convite foi feito, ele não resistiu. “Eu não fui predisposto a aceitar, fui para acompanhar a minha mãe, mas, quando a dirigente direcionou o olhar para mim e perguntou se eu queria aceitar, eu acabei me rendendo”, contou.
Mesmo sem entender, ele sabia que naquele dia Deus tinha interferido em sua trajetória. “Eu pensei: eu não posso dizer não porque eu estou aqui quebrado, quebrantado. Naquele dia, Deus marcou um encontro comigo e eu me rendi a Ele”, afirmou.
Como muitos jovens que abandonam sua vida de pecado para se render a Cristo, ele se questionou se no meio em que vivia, com o círculo de amizade que tinha, seria possível servir a Deus com fidelidade. “Eu achava muito bonito ser crente e admirava os testemunhos dos irmãos, mas eu achava impossível aquela realidade para mim por causa do meio em que eu vivia”, lembrou.
Mesmo em meio a tantos questionamentos, ele decidiu se render por completo ao único que poderia mudar a sua história. “Eu chamei minha mãe para orar comigo, dobrei os joelhos e disse a Deus com muita sinceridade: ‘Senhor, eu tenho muita vontade de Te servir, de ser um crente fiel, mas eu não vejo em mim possibilidade de viver uma vida de fidelidade aos modos da Tua Palavra, mas se Tu quiseres a minha vida para alguma coisa ela é Tua, estou à Tua disposição’. Naquele momento eu chorei na presença de Deus”, contou.
Pouco tempo depois, foi novamente com sua mãe para o Círculo de Oração. Dessa vez, como um servo de Deus, e, naquele culto, a presença de Deus se manifestou no meio da Sua Igreja. “Eu chorava muito, mas ainda não conseguia me ver constante ali. No fim do culto, a dirigente convidou os irmãos que não eram batizados no Espírito Santo para orar, e a mim fui e dobrei os joelhos junto com minha mãe. Naquela tarde o Senhor batizou muitos irmãos inclusive a mim e ela. Eu experimentei algo que é difícil de explicar. Tive uma sensação de leveza sobrenatural, e,daquele dia em diante, a minha vida nunca mais foi a mesma”, lembra.
Desde esse dia, o Ev. André passou a ter sede de Deus, a querer buscá-lo e a cada dia mais conhecer a Palavra. Ele se lamentava por não ter voltado para a Igreja antes porque, para ele, isso o impediu de viver muitas experiências com Deus e que o propósito que Deus tinha na vida dele seria limitado pelo tempo que ele perdeu fora da Igreja.
Mas à medida que foi buscando conhecer a Deus, vivenciou a verdade que a Bíblia diz: Buscar-me-eis e me encontrarei se me buscares de todo o coração. “O Evangelho não era apenas uma filosofia, ele se revela na minha vida como algo experimentável. Quando eu lia as experiências que a Bíblia conta, eu mergulhava nelas com todas as forças”, contou.
Com o tempo, o chamado ministerial começou a arder em seu coração. “Quem olhasse para mim não imaginaria isso, porque eu era muito tímido e não dava indícios de que viesse a ser um obreiro”, afirmou.
Deus começou a fazer promessas relacionadas ao chamado missionário que, para ele, era impossível de se cumprir por ser um jovem simples que morava no interior. Mas, certo dia, quando estava em uma consagração, Deus usou o dirigente do culto para falar que ele iria cuidar de um povo em outro país. “Isso foi em um sábado, e, na segunda-feira, eu estava passando pelo estacionamento do Templo Central quando o Pr. Ailton estacionou o carro, me chamou e disse que eu iria sair da minha função, que era na administração da Igreja, para assumir um trabalho em Nicanor Otamendi, na Argentina”, contou.
Apesar do impacto da notícia, ele estava certo de que tudo fazia parte do cumprimento das promessas de Deus. “A oportunidade de servir a Deus na missão transcultural é, se não o maior, um dos maiores privilégios que um cristão pode ter. Eu penso que renunciar a projetos para atender a um chamado do Senhor é uma das maiores experiências que alguém pode vivenciar porque é uma oportunidade que temos de demonstrar o que Deus representa para nós. O amor que sentimos por Deus é evidenciado pela nossa disposição em renunciar grandes coisas por aquilo que Ele representa para nós”, disse.
“Eu costumo dizer que Deus só nos permite viver uma vez, e é lamentável oque muita gente faz com a vida que tem. Viver é um privilégio, e quando essa vida é vivida na vontade de Deus ela é surpreendente. Se alguém me dissesse,há20 anos, as experiências que eu viveria, os lugares por onde eu andaria, eu jamais acreditaria. A vida só tem sentido quando Jesus é o centro da nossa existência”, enfatizou.
A decisão que ele tomou mudou por completo toda sua trajetória de vida. “O Evangelho fez toda a diferença na minha vida, na minha família e na minha história. Todos aqueles que decidem entregar a vida 100% nas mãos de Deus podem ficar preparados para viver o melhor que Deus tem para sua vida”, concluiu.

Confira as Cruzadas Boas Novas desta semana

Cruzadas Boas Novas da semana (28/07 a 01/08)

Terça-feira 28/07
Janga – Área 49
Campo do Turutu, em frente a Rua Nossa Senhora Aparecida, Paulista

Quarta-feira 29/07
Porto de Galinhas – Setor 08
Rua da Esperança, próximo ao 1º giratório de Porto de Galinhas

Quinta-feira 30/07
BR Ibura – Área 11
Rua da Escola dos Milagres, próximo a congregação da IEADPE

Sexta-feira 31/07
Barra de Jangada – Área 36
Rua Coronel Dário Ferraz, ao lado do Multi Shopping, próximo a congregação da IEADPE Candelária

Sábado 01/08
Sirinhaém – Setor 06
No pátio da Usina Trapiche

Cantores e preletores escalados. Participe!

“Errais por não conhecer as Escrituras…”

Os acontecimentos dos últimos dias tem suscitado os mais ávidos sentimentos por parte principalmente dos cristãos. Uns são coléricos: cerram os punhos e verberam em alta voz condenando o pecado escancarado dos transviados. Outros, ficam na outra margem pregando a paz e o amor, custe o que custar.

Não me sinto à vontade nem para marcar ferrenha oposição, nem para passar a mão na cabeça dos pecadores daquela marcha LGBT. Mas, para minha surpresa, encontro pessoas pacíficas e amorosas que gritam aos quatro ventos contra tudo o que veem. E encontro também, outros de linha mais firme, cederem ao ver o movimento do outro lado — no meio do clamor daqueles, acham que devem pregar sobre a importância do amor, etc e tal.

Nestas horas, questões profundas são debatidas de forma calorosa e superficial. É fácil escolher um dos grupos para depois perceber que o objeto da controvérsia está ausente e que estamos agredindo um ao outro. São nessas situações que perdemos a simpatia por um irmão que admirávamos, por um amigo em que a vida inspirava… por causa de uma palavra, às vezes, perdemos uma reputação construída.

Talvez, se lêssemos mais a Bíblia e se ouvíssemos menos os intelectuais ou as personalidades de nossa era, os crentes teriam mais sucesso na disseminação da verdade.

Alguns de nós caíram no engodo de seguir perfis e perfis de doutores, geralmente desviados, mas com uma aparente defesa da verdade. Alguns de nós deixaram de freqüentar suas igrejas, deixaram de ouvir seus pastores e assentaram-se confortavelmente em suas poltronas para ouvirem a doutrina de pastores da TV desviados da verdade. Alguns, na verdade, fizeram de causas políticas suas bandeiras, esquecendo-se completamente do genuíno Evangelho. Outros estão embriagados com a sabedoria do mundo, o secularismo moderno, e nem percebem que “se o grão de trigo caindo na terra não morrer, fica ele só. Mas se morrer dá muito fruto”. Não percebem que a sabedoria humana torna a cruz de Cristo vã. Quando tentam não ofender os pecadores para supostamente os atrair, na verdade, eles transformam o Evangelho numa mensagem sem graça e insossa. Porque é pela loucura da pregação que os pecadores serão salvos (1 Co 1.17–23).

Paulo destacou dois grupos quando escrevia sobre a revelação de ser Cristo a sabedoria e o poder de Deus. Ele citou os judeus e os gregos. De um lado, a abusiva religião e do outro lado, a intelectualidade humana fria e cética. Numa situação como esta em que estamos vivendo, facilmente podemos nos identificar com um dos dois grupos. Claro, a comparação não é perfeita, mas explica alguma coisa. Ater-se a uma determinada causa pode nos fazer perder de vista o significado da cruz de Cristo. Preocupamo-nos tanto com nossas defesas que esquecemos que tanto judeus quanto gregos, tanto os religiosos quanto os intelectuais, podem ter em Cristo a convergência dos seus questionamentos, pois Ele satisfaz o religioso sendo para ele o poder de Deus, isto é, como aquele que age de forma transformadora e visível, como também, satisfaz o intelectual sendo para ele a sabedoria de Deus, ou seja, aquele que age no intelecto convertendo o mais frio cético em fiel servo dEle.

Infelizmente, quando torno a sabedoria das minhas palavras ou minhas tradições mais fortes do que a Palavra revelada, desprezo a cruz de Cristo que tem o poder de atrair pelo escândalo, pelo que é ofensivo.
Vejam, não percebem que a cruz atrai pela ofensa? Ofende (sim, tem esse aspecto exagerado pelo defensor da heterossexualidade) e une (discurso preferido dos mais brandos). Mas onde estão os crentes? Onde estão os judeus e gregos unidos pela cruz de Cristo? A marcha passou, o mundo passa, os pecadores lá de foram continuam a praticar seus pecados contra Deus, mas o que resta das calorosas discussões são crentes ofendendo uns aos outros, tentando se fortalecer com seus discursos.

Infelizmente, muitos de nós são como tolos, não tem prazer no entendimento, mas querem apenas expor o seu pensamento (Pv 18.1). É uma mania de opinar, de dizer: eu acho isso, eu acho aquilo… Cristãos se assentam para falar sobre questões já resolvidas nas Escrituras, dizendo: “na minha opinião”. Por outro lado, há os seguidores de Tiago e João, desejando que caia fogo do céu sobre os pecadores impenitentes. No meio dessa confusão estão os meninos na fé e os incrédulos, assistindo sem entender o que queremos defender.

Mas, afinal, o que diz a autoridade máxima sobre isso? Silencia em nome do amor? Reage com ira? O problema é que sempre nos aproximamos da nossa fonte de fé e confissão, a Bíblia, munidos de alguma teoria ou verdade pessoal e então procuramos nela respaldo para nossas atitudes. O resultado? Usaremos a Bíblia ou para acentuar um aspecto da verdade ou para atenuar, se for conveniente para nós. Mas, nenhum texto da Bíblia pode ser isolado para justificar qualquer atitude — nem as exageradas nem as brandas. A Palavra de Deus só poderá ser compreendida à luz da sua totalidade.

O código moral e de ética de Deus foi revelado lá no decálogo. Se quisermos o bem para qualquer sociedade ou governo, olhemos para os princípios descritos lá. Não há nada fora de moda ou ultrapassado. Foi escrito para pecadores que precisam conter seus impulsos visando o bem-estar de todos. Todas as nações que fundamentaram suas leis nas leis de Deus prosperaram e formaram os melhores ambientes para o florescimento de uma cultura sadia e duradoura. Com Cristo, a lei de Deus atinge seu cumprimento máximo, capacitando cada crente a exceder a justiça estabelecida no decálogo.

O perigo reside aqui. Como ser um cidadão do mundo, sendo sobretudo um cidadão do céu? Acredito ser essa a principal questão por trás de todas as placas. Precisamos lidar com questões do mundo tendo em vista os tesouros do céu. Não podemos cair numa visão materialista do Reino de Deus, concebendo-o como algo meramente político e militar, pois ele é essencialmente espiritual. Também não podemos aplicar diretrizes no Reino de Cristo para não regenerados, pessoas naturais sem discernimento espiritual do Reino. Temos então dois tipos de pessoas: as que precisam ser contidas pela lei, as que estão debaixo da lei humana, e as que sobrepujam a lei, pois vivem na liberdade conquistada por Cristo.

Os que são de Cristo não deveriam estranhar o ódio do mundo contra eles mesmos. Com isso não quero dizer que devemos ser frouxas, acomodados e parecidos com o mundo para ganhá-los. Tentar impor a lei perfeita da liberdade, uma lei de tão alto padrão, para quem não experimentou a cruz de Cristo é apontar um caminho incompreensível e indesejado. Só podemos falar da lei do amor com quem nasceu do alto. Só podemos falar de vida com quem experimentou a morte para si mesmo.

O problema é que vivemos numa era anticristã, que não aceita os absolutos morais das Escrituras. Há, sim, constantes eternas que devem nos guiar pelo mundo, para o bem do próprio homem. O que para Deus era pecado no Sinai, continua sendo pecado hoje. Ele não mudou. Para os que estão debaixo da lei, para os que não experimentaram a cruz de Cristo, a lei que deve reger é a do “olho por olho e dente por dente”. É a lei que protege os mais fracos e que protege a propriedade privada. É a lei que pune os desordeiros e os que disseminam práticas odiosas contra a natureza e o seu bem-estar.

Nesse mundo regido pelo príncipe das trevas, como cristãos precisamos agir como Deus: ir em busca dos pecadores sem negar a Sua justiça, retidão e verdade. Confesso que esse equilíbrio não é fácil, mas é possível. Como disse Paul Tripp, a graça de Deus nunca chama o errado de certo. Se o errado fosse certo, não haveria necessidade de graça. O que a graça faz é tratar de uma forma particular o erro. Não há erro algum em irar-se diante da depravação. “Vós que amais o Senhor, detestai o mal…” (Sal 97.10). Quando expressamos a ira do próprio Deus, não pecamos, nem agimos com desamor, antes, reafirmamos sua natureza salvadora. Mas esse amor que aponta para o destino final, para a condenação eterna, não o faz usando as armas mundanas — não usa um linguajar sujo, nem escarnece do estado caótico do homem longe de Deus, expondo suas imagens sujas ou repetindo os impropérios que falam contra o Deus santo.

Se nascemos de novo, se experimentamos o que é sentir o peso do pecado e o quanto ele nos afasta do nosso Deus e Pai, se em meio ao desespero diante das nossas misérias enxergamos o grande amor de Deus através da cruz de Cristo, dando-nos liberdade dessa escravidão, então, veremos os homens do mundo como vítimas do pecado, escravos de Satanás. E então, compadeceremo-nos deles, da cegueira que os faz tropeçar ao meio dia e choraremos. Se os vejo crucificarem a Jesus e zombarem do Seu terno amor, devo, mais uma vez, à semelhança de Jesus e de Estevão, rogar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”.Tem sido essa a nossa atitude diante do que fazem?

Tenhamos cuidado com as orientações de milhares de pensadores não-convertidos. Homens e mulheres que não sabem o que é “sentir as próprias misérias, lamentar e chorar”. Homens e mulheres que estão em busca apenas de mais seguidores e admiradores. Que querem seu dinheiro e sua submissa fidelidade aos seus pensamentos. Nossa ira deve ser contra o pecado e não contra aquelas pobres e oprimidas almas. Não compartilhe do pensamento dos que usam dos mesmos meios para arrasar com estes pecadores cegos. Usam afronta com afronta, calúnia com calúnia, palavrão com palavrão, briga com briga. Deus não nos chamou para isso.

Nossa guerra aqui, meus irmãos, não é contra as pessoas, mas contra o pecado. Precisamos ter muito cuidado para não misturarmos assuntos políticos com os de fé. Admiro muito Daniel e seus amigos. Eles souberam viver no meios dos babilônios com sabedoria e fé, sem no entanto, provocarem tumultos ou guerras religiosas. As pessoas do mundo precisam nos ver como Igreja de Deus, coluna e firmeza da verdade, embaixadores do céu e não como anti-gays ou anticomunistas ou o que quer que seja. Lutamos contra o pecado, mas clamamos pelas vidas.

Não convém que sejamos ofensivos com o próximo, nem insensatos, nem tolos e nem ao menos convém que fiquemos exibindo nossa fé cristã para provocar os outros. Basta-nos ser como Jesus para que as perseguições se tornem inevitáveis.
O Evangelho de Jesus não está interessado num debate hipócrita. O conceito de retidão e santidade deve ser visto na vida daquele que leva essa preciosa mensagem. É por isso que me dói ver que os que se levantam contra as imoralidades do nosso país sejam homens de condutas duvidosas.

Eu acredito num cristianismo que pode mudar a cultura de um povo. Acredito num cristianismo que penetra em todas as áreas da vida dos seus seguidores — na vida pública e privada, e muda as atitudes, palavras e pensamentos. Mas o poder do Reino de Deus não vem com imposição nem com força aparente. Ele age como um fermento dentro de uma massa, como uma pequena semente que morre, explode dentro de um subsolo propício e gradualmente cresce formando uma bela árvore cujos galhos enormes produzem sobra tanto para um beija-flor, como para um urubu.
O cristianismo que aceitei age na cultura trazendo à razão pessoas comuns, dando-lhes senso de responsabilidade e dignidade, fazendo-os voltar os olhos para si mesmos e para a cura dos seus próprios males. Limpa primeiro o copo interiormente para só então limpá-lo exteriormente. E então, professores, médicos, mães, empresários, comerciantes, artistas, comunicadores levam para onde estão o poder de uma vida transformada.

A mensagem desse evangelho não consegue nem pode ficar debaixo de uma mesa, escondida dentro das portas da nossa casa. Ela irradia sua maravilhosa luz por onde passamos, atraindo muitos que estão nas trevas.

E como em todo o ajuntamento de pessoas, haverá pessoas habilidosas com as causas do povo que se levantarão para discutir assuntos do interesse das coisas daqui. Eles sabiamente conduzirão suas vidas pautados na verdade do Evangelho legislando, julgando ou administrando as coisas do povo com justiça e retidão.

Isso tudo é possível desde que estejamos comprometidos primeiramente com o Reino de Deus e com a sua justiça, vigiando em todo o tempo para que as seduções do mundo não nos atraiam a ponto de perdermos de vista o eterno por causa do temporal. Todas as áreas humanas de atividade, desde que honestas, podem e devem ser ocupadas por crentes sérios. Mas, não devíamos privilegiar umas e outras. Devíamos antes, como igreja de Deus, pregar o genuíno Evangelho que transforma ladrões, prostitutas, adúlteros, homossexuais, religiosos idólatras ou quaisquer outras classes de pecadores. Lembrando sempre que o Reino de Deus não é daqui e que somente quando Ele nos buscar é que teremos satisfeitas nossas ânsias pela verdade, pureza e justiça.

Que nesse desejo pela verdade e justiça não tornemos a fé cristã apenas parte de opiniões políticas e sociais para aqueles não crentes que precisam de salvação. E que, no desejo de sermos misericordiosos, deixemos de combater o pecado com as armas espirituais da nossa milícia.

Verdade, justiça e evangelho da paz por onde quer que passemos. Fé inabalável e salvação em Jesus para nos proteger. Palavra de Deus como arma de guerra e oração incessante para permanecermos humildes. Nem mais, nem menos. Palavrão, xingamentos, menosprezo, tentativa de paz pelo conhecimento humano — nada disso resolverá. Usemos tudo o que Deus nos deu pelo seu divino poder, para a vida e piedade. É somente pelo conhecimento dEle que ficaremos participantes de Sua natureza, escapando da corrupção que pela concupiscência há no mundo.

Por: Adna Barbosa

2ª Cruzada Evangelística em Barreiros – Setor 12

Fotos: IEADPE Barreiros
Fotos: IEADPE Barreiros
A IEADPE no Setor 12 – Barreiros, na Mata Sul do Estado, realizou a 2ª Cruzada Evangelística Boas Novas. Sob a coordenação do Pr. Set. Marcos Antônio Gomes, o evento aconteceu no bairro Vila Baeté, no dia 11 de julho.
Centenas de irmãos participaram da concentração evangelística que teve a participação de cantores locais e convidados. A ministração da Palavra de Deus foi feita pelo Pb. Gilcélio Dias, escalado pelo Pastor Presidente. Feito o convite, 15 pessoas aceitaram a Jesus como salvador.

Cruzada Boas Novas na Área 36

A IEADPE na Área 36 – Barra de Jangada realiza uma Cruzada Evangelística Boas Novas nesta sexta-feira, 31 de julho. A concentração acontece no Multi Shopping Sul, com a participação dos irmãos de toda a Área 36, caravanas de Áreas vizinhas, cantores e preletor escalado.
Você é convidado especial!

EBF reúne centenas de crianças e adolescentes em Condado

Foto: IEADPE Condado
Fotos: IEADPE Condado
A IEADPE em Condado, na Zona da Mata, sob a coordenação local do Ev. José Carlos Bezerra, realizou nos dias 10, 11 e 12 de julho, a 2ª edição da Escola Bíblica de Férias (EBF) 2015, com a participação de centenas de crianças, pré-adolescentes, adolescentes e pais.
Com o tema: Louvai ao Deus da nossa Salvação, o evento aconteceu na Escola Municipal Lourival Lima e, no último dia, domingo pela manhã, no templo Matriz da Igreja local, que ficou repleto de participantes. Durante o evento houve 11 conversões a Cristo.

Congresso de Jovens – ADNews julho

ADNEWSO ADNews do mês de julho – edição nº 40 – destacou a realização de Congressos de Jovens no Setor 05 – Escada, na Zona da Mata; Passira, no Agreste; e Arcoverde, no Sertão.
Cerca de 6 mil pessoas estiveram presentes na 19ª edição do Congresso de Jovens da IEADPE em Escada, coordenado pelo Pr. Hélio Ribeiro. O evento aconteceu na quadra da Vila Operária e contou com a participação do Grande Coral de Jovens, além de cantores e preletores escalados. Foram contadas 52 conversões e 40 batismos no Espírito Santo.
Em Passira, sob a coordenação do Ev. Adílson Alves, o 8º Congresso de Jovens, com o tema: Geração que anda com Deus, baseado em Gênesis 5.22, con¬tou com a participação de 1.500 pessoas reunidas para louvar e engrandecer ao nome do Senhor.
No município de Arcoverde, o 15º Congresso de Jovens reuniu centenas de irmãos no templo Matriz, para adorarem ao Senhor e aprenderem mais da Sua Palavra. Um Grande Coral, com 210 vozes, foi formado durante todo o evento, que contou também com a participação de caravanas vindas das cidades de: Tupanatinga, Afogados da Ingazeira, Buíque, Betânia, Sertânia, Sanharó, Pedra, Venturosa e Custódia.
Adquira o seu ADNews e seja edificado!

IEADPE Escada
IEADPE Escada
IEADPE Passira
IEADPE Passira
IEADPE Arcoverde
IEADPE Arcoverde

Círculo de Oração em Timbaúba completa 66 anos

Fotos: IEADPE Timbaúba
Fotos: IEADPE Timbaúba
A IEADPE em Timbaúba, coordenada pelo Pr. Isaías Pacheco, realizou no dia 25 de junho o 66° Aniversário do Círculo de Oração, no templo Matriz, com o tema: “Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus?” (Jo 11.40).
O Pastor Presidente foi representado pelo Ev. Nilton Bezerra e esposa, Lucia Bezerra, do Recife.
A comissão aniversariante é composta por 70 componentes. Participaram do evento a comissão da IEADPE em Tejucupapo, a cantora Auricélia da IEADPE em Machados, além de pastores e esposas das cidades vizinhas, cantores locais e comissões das congregações.
Os presentes puderam sentir o agir de Deus através de testemunhos, jograis, louvores e agradecimentos de bênçãos recebidas.

Escola Bíblica de Férias em Camaragibe-Prefeitura, Área 17

Fotos: IEADPEÁrea17
Fotos: IEADPEÁrea17
A IEADPE em Camaragibe – Prefeitura, Área 17, coordenada pelo Ev. Itamar Félix, recebeu a 1ª edição da Escola Bíblica de Férias (EBF), com o tema: Louvai ao Deus da nossa Salvação. O Pastor Presidente foi representado pelo Pr. Ailton Junior, vice-presidente da Igreja.
Cerca de 150 crianças participaram do evento que reuniu alunos matriculados na Escola Bíblica Dominical (EBD) e no Departamento Infantil, além de crianças visitantes. Sete crianças aceitaram a Jesus.