ADNEWS JUNHO – ENTREVISTA: “Deus me fez pastor”, Pr. Simas Dias

O Pr. Simas Dias dos Santos, líder da IEADPE em Carpina e primeiro-secretário da CONADEPE, falou ao ADNews sobre a maneira como foi convencido do pecado e como aceitou Jesus como salvador e também detalhou a sua chamada ministerial. Aqui publicamos a versão completa da entrevista que está no ADNews Junho – nº 28.

PASTOR SIMAS DIAS - ADNEWS

Pastor, inicialmente, como foi sua infância, adolescência e juventude antes do encontro com Jesus?

Nasci em Niterói, no Rio de Janeiro. Meu pai era da Marinha. Em uma viagem ao Recife, ele conheceu minha mãe. Casaram-se e, logo após o primeiro filho, ele foi transferido para o Rio, onde eu nasci no dia 22 de maio de 1949. Eu amei muito meus pais. Quando ainda estava no RJ, existia uma vizinha que, segundo minha mãe, era da Assembleia de Deus e sempre que ia para a igreja pedia: “Dona Celina, deixe eu levar Siminha?”. Este era meu apelido de criança. E mamãe permitia. Claro, eu não conhecia essa senhora, mas entendo que devo a minha salvação, também, a essa mulher que eu nunca conheci. Com mais ou menos um ano de idade, meus pais voltaram para o Recife, onde eu cresci estudando nos melhores colégios. Aos 20 anos aceitei Jesus como salvador.

Como aconteceu a sua conversão?

Eu senti, aos 20 anos, um vazio dentro de mim. Algo que o mundo, os meus amigos, o futebol não estavam preenchendo. Sentia-me muito inseguro. Queria algo mais forte, que garantisse meu futuro. Isso começou quando eu comecei a ler o Novo Testamento que meu irmão (in memoriam) havia ganhado. Toda vez que eu o lia, ficava impressionado porque ele me acusava muito. O livro dizia que eu estava errado, e eu não gostava dele. Mas não conseguia mais dormir sem lê-lo. Certa noite, depois de ler o Novo Testamento, eu não suportei mais, me levantei dobrei os joelhos e fui “rezar”. E, nessa minha “reza” — eu não sabia a diferença entre reza e oração —, eu disse assim: “Se Deus existe e Jesus morreu para salvar os pecadores, eu vou para o inferno. Mas eu não quero ir para o inferno, eu não quero ir para aquele lugar. Alguém tem que me livrar disso”. Fiquei ali de joelhos e, terminando aquela “reza”, me deitei. Foi quando algo, como uma luz — não era uma luz —, me envolveu dos pés à cabeça, e eu fiquei muito leve, feliz, porque ia escapar daqueles gafanhotos do Apocalipse. Fiquei acordado durante toda a noite, porque o Novo Testamento dizia que Jesus vinha como um ladrão de madrugada. Então, tive medo de dormir e Jesus vir. Eu queria que as pessoas soubessem que eu era crente. Pela manhã, informei a Ir. Geni e a Ir. Zuleide, que eram vizinhas. À noite, fui para a Assembleia de Deus na Mustardinha. O Ir. Valfrido, diácono do Alto dos Coqueiros, estava dirigindo o culto. Era 29 de julho de 1969. Eu entrei, me entreguei para Jesus e sou feliz até hoje.

O casamento e os filhos. Como e quando chegaram?

A Ir. Rosa (Rosete Santos) tem sido uma verdadeira amiga e companheira. Eu a conheci quando tinha 15 anos. Começamos a namorar, depois eu ingressei na Marinha, no grupo de Fuzileiros Navais, e fui transferido para o Rio de Janeiro, precisamente para a Ilha do Governador, onde servi por 2 anos no Batalhão Riachuelo. Quando eu aceitei Jesus como salvador, Ir. Rosa fez o mesmo. Eu aceitei Jesus numa quarta-feira; no sábado seguinte, ela foi para o ensaio do conjunto em Jiquiá e lá também se entregou a Cristo. Claro que com certa influência minha, mas depois Jesus confirmou-a, batizando-a com o Espírito Santo. No ano seguinte, aos 21 anos de idade, nos casamos. Somos felizes, nos entendemos muito bem. Desse casamento, vieram seis filhos: Sadoque, Sulamita, Suzana, Sinair, Siny e Selomite, todos Dias dos Santos. E, hoje, seis netos. Sadoque, o mais velho, hoje é diácono da Igreja e, até onde eu conheço, é um bom servo de Deus e um bom filho, como os outros também. Já casado, cursei Licenciatura em Estudos Sociais, pela Universidade Federal Rural de Pernambuco; Teologia, pelo Seminário Pr. Cícero Canuto, hoje ESTEADEB; e Direito, pela Universidade Católica de Pernambuco.

Quais as primeiras experiências espirituais que o senhor viveu e em que circunstância começou a cooperar nos trabalhos da Igreja?

Para ser justo, eu não tenho nenhuma vaidade em omitir essas coisas, minhas primeiras experiências espirituais foram na Mustardinha. Comecei indo à Escola Dominical e saindo a campo ainda como novo convertido. Ouvi falar de batismo com Espírito Santo e fiquei muito entusiasmado. Comecei a orar nesse sentido, até que, dois meses depois, numa oração de Mocidade em Jiquiá, veio algo diferente, muito forte em cima de mim — eu não sabia explicar, mas falei umas línguas diferentes. Assustado com aquilo, fiquei calado, mas uma irmã escutou e perguntou à, na época, minha noiva, Ir. Rosa, se eu era batizado. Ela respondeu que não. Então aquela senhora experiente, como Áquila e Priscila, disse: “Ele é batizado. Diga a ele que ore para Jesus confirmar”. Fui para o Círculo de Oração no Pacheco, no tempo da Ir. “da Biu”, em jejum, e Jesus confirmou o batismo. Eu cooperava na Campanha da Mustardinha, o dirigente era o Ir. João Rodrigues, conhecido por Ir. Joca. A secretária era Ir. Rosinalda, esposa do Pr. Eraldo Clementino. Todos os domingos, eu jejuava para sair a campo. Eu pregava muito quando saía a campo. Meu grupo saia às 14h e só parava às 17h. Eu gostava de evangelizar.

Nesse período, o Pr. Pedro Leite me colocou na lista local. Logo depois o Pr. Inaldo de Angeles, um verdadeiro mestre, me apresentou para a lista oficial e também para o diaconato e para o presbitério. Ainda que evangelista seja algo ligado diretamente ao Pastor Presidente, acredito que ele influenciou para que eu fosse um evangelista. Eu devo muito a esses dois homens. Mas, nas entrelinhas, eu louvo a Deus também pela vida do Pr. Eraldo Omena, pois foi ele que me introduziu no Templo Central, me convidando para cooperar na Gerência Pecuniária (Gerpec), autorizado pelo Pr. Leôncio.

PASTOR SIMAS DIAS - ADNEWS

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“Uma voz falou no meu coração: ‘Não te chamei para que entendesses todos os meus caminhos, mas para que cresses em Mim'”. __________________________________________________

Em que momento o senhor teve certeza da chamada ministerial e como aconteceu a sua consagração ao serviço pastoral?

Ali, naquela área — Mustardinha, Jiquiá, Vila do Tenente — tinha um diácono chamado Tertuliano Gomes — que já dorme no Senhor —, que não era um homem letrado, mas um homem de oração. Ele me convidou para servir a ceia aos irmãos, e eu comecei a acompanhá-lo. Um dia, ele me convidou para irmos a uma congregação chamada Arsênio Calaça. Ali, Deus usou a esposa do Ir. Barbosa em profecia e falou a respeito dessa chamada ministerial. Eu não compreendia muito bem, mas me lembro de que o Ir. Terto — como era conhecido — glorificava a Deus dizendo: “Que promessas gloriosas, que promessas gloriosas!”. Eu era um novo convertido, não tinha nem 1 ano de crente. Outro dia, eu estava saindo de um culto na Mustardinha, e a Ir. Gedalva — que já dorme no Senhor —, me disse: “Ir. Simas! Eu vi, viu?”. Perguntei: “O quê?”. Ela respondeu: “Ministério, ministério, ministério”. Voltei a perguntar: “O que é isso?”. Ela disse: “Não sei”. Mas essa convicção se fortaleceu quando Deus usou o Pr. Genésio Bezerra, em um culto na Mustardinha. Naquele dia — tenho isso anotado em minha Bíblia, anotei bem assim: “30 de novembro de 1995. Neste dia, Deus me fez pastor!”. Eu cooperava como presbítero, mas senti isso muito forte. Fiquei feliz e com muito medo, pois eu achava que a vida de pastor era muito corrida. Eu via o Pr. Leôncio e o Pr. Almeida num corre-corre muito grande e fiquei com medo. Mas aqui estou eu, neste maravilhoso corre-corre em que sobra pouco tempo, e às vezes nenhum tempo, para cuidar de mim, da minha querida esposa, isto é, da minha família. Mas estou feliz. Não estou zangado com Deus nem com o meu Salvador, Jesus, porque me teve como digno de ser um pastor, de me gastar linda Igreja, cooperando com meu grande amigo, Pastor Presidente, Ailton José Alves.

Hoje, o senhor é pastor da Assembleia de Deus na cidade do Carpina — depois de ter passado por cidades como: Cabo de Santo Agostinho e São Lourenço da Mata —, é o primeiro-secretário da Convenção de Ministros da Assembleia de Deus em Pernambuco (CONADEPE) e um líder respeitado pela firmeza doutrinária. Qual a sua visão disso?

Primeiro, eu agradeço a Deus. O Pr. Pedro Leite certa vez me disse: “Simas, Deus é que agracia o homem a Igreja!”. Então, eu agradeço a Deus. É claro que me esforço para ser digno. Mas sinto, também, o peso muito grande da responsabilidade, como diz a Palavra de Deus: “A quem se mais dá também dele será mais cobrado”.

Essa é a visão que eu tenho de tudo isso que os irmãos pensam que eu sou, porque Deus sabe que eu não me sinto assim. Sinto-me apenas como um cooperador do ministério, e isso já me satisfaz.

O senhor trabalha ao lado do Pastor Presidente, Ailton José Alves, há muitos anos, desde o período em que dirigiam uma Escola Bíblica Dominical. Ele já afirmou tê-lo como um grande amigo. Como funciona trabalhar próximo dele?

Isso impõe responsabilidade e cuidado. Principalmente cuidado. Porque ser amigo do Pr. Ailton é uma grande honra, mas devemos estar muito atentos. O Pr. Ailton, ainda que a sua aparência — assim como a minha — deixe as pessoas temendo de se aproximar, é um homem tímido e de um sentimento muito profundo. E tudo o que acontece com aqueles que ele considera mais próximos — porque ele é amigo de todos, mas, como todo o ser humano e o próprio Jesus, há aqueles mais próximos — reflete nele, podendo trazer muita alegria, mas também profunda tristeza. Com respeito à Escola Dominical, fui professor da Escola em que ele era dirigente, na Vila do Tenente, depois vice-dirigente. Quando ele foi para a Missão, eu passei a dirigi-la. Sendo assim, já faz uns dias que a gente caminha junto, e eu espero — debaixo do sangue de Jesus — continuar. E eu me esforço para isso, oro por isso… De ser digno dessa confiança. Acho melhor morrer do que perdê-la.

O senhor tem acompanhado a Igreja em todas as regiões do Estado e também no exterior — no campo missionário —, visitando diversos trabalhos. O que tem visto?

Primeiro, eu admiro o cuidado, o zelo e como o Pastor Presidente se preocupa com a Igreja. Ele dá o máximo de si, a gente fica tentando fazê-lo economizar-se um pouco, mas ele quer fazer, ele quer ir. Então, a gente tem que tentar acompanhá-lo. Quanto ao trabalho, aqui em nosso estado está bem. Precisamos fazer mais, mas está bem. Todos procuram ganhar almas, abrir novos trabalhos e ensinar o povo. No campo missionário, o que tenho visto é o mesmo, com um pouco mais de dificuldade, porque na Missão existem algumas barreiras, como: a língua, a cultura, os costumes, as leis do país. Mas a nossa Missão no exterior — podemos afirmar — é uma das mais sólidas e tida como referencial.

A Assembleia de Deus em Pernambuco se aproxima do Centenário em 2018 como a maior denominação evangélica do Estado e a que mais cresce no País. Qual o segredo?

Oração, evangelização e não negociar as coisas espirituais. Sejam quais forem as circunstâncias, as coisas de Deus são inegociáveis. Porque quando se deixa de orar se perde o ânimo e o mover do Espírito Santo na Igreja. Quando se deixa de evangelizar, de abrir novos trabalhos, o número de salvos na Terra não cresce. E, quando se negocia as coisas espirituais, se perde o verdadeiro sentido para o qual nós fomos salvos — que é o céu —, ficamos apenas focados naquilo que é material.

Com a experiência que tem e a responsabilidade que carrega, qual o seu conselho aos obreiros mais novos?

Eu não sei se este meu pensamento é muito forte para uma entrevista, mas o conselho que eu dou para os companheiros mais jovens é tirar o coração daquilo que é material ou patrimonial da Igreja e colocar o coração nela.

Pastor, suas palavras encerrando esta entrevista.

Certa vez, eu estava lendo a Bíblia, mas estava muito preocupado em conhecer o sentido das coisas espirituais. Eu queria entender completamente as coisas, porque achava que, entendendo tudo, poderia servir melhor. Eu estava sozinho lendo a Bíblia, era uma tarde. Eu estava no Cabo. E, quando eu estava nessa preocupação, uma voz falou no meu coração: “Eu não te chamei para que entendesses todos os meus caminhos, mas para que cresses em Mim”. E isso tem marcado a minha vida.

Santos para o arrebatamento: chega ao fim o 13º Congresso de Mulheres da IEADPE

O 13º Congresso de Mulheres da IEADPE surpreendeu. Neste domingo (1º), de junho marcou o último dia do maior evento voltado para as mulheres no Estado. Diferente dos dois dias anteriores não houve estudo à tarde, mas isso não reduziu a movimentação nas dependências do templo, nem em seu entorno.

O acesso ao interior do Templo Central foi fechado depois da Escola Bíblica Dominical Especial. Mas durante o horário do almoço, centenas de pessoas começaram a chegar aguardando a liberação das portas. As 13h uma multidão estava reunida cantando hinos congregacionais, com muita alegria. Quando a entrada foi permitida, às 15h, a maioria dos assentos foi tomada.

No domingo, o sentimento de nostalgia é generalizado. A irmã Ana Paula, da filial em Petrolina, no Sertão, está hospedada no prédio anexo ao templo desde a quinta-feira (29): “Vim com uma caravana de 48 irmãs, estou muito feliz, esta é a segunda vez que chego aqui”, disse. Segundo ela, hoje, já após o culto, iniciam a viagem de retorno: “volto já com muita saudade, e pronta pra vir, se Deus quiser, no próximo ano”, concluiu.

Momento de adoração. Foto: Jackson Amil - RBC
Momento de adoração. Foto: Jackson Amil – RBC

Foi uma noite de agradecimento, de regozijo, louvor e adoração a Deus, pelas maravilhas deste evento. As congressistas puderam ouvir testemunhos edificantes, foram instruídas e exortadas. Adoraram, oraram, ofereceram uma verdadeira expressão de adoração a Deus. Como disse o pastor Presidente da IEADPE Ailton José Alves, nesses dias as irmãs derramaram uma cachoeira de lágrimas, de clamor e intercessão e já saíram com saudade deste congresso espiritual.

 

Pr. Victorino Silva. Foto: Jackson Amil – RBC

Vários visitantes de diferentes denominações estiveram nos quatro dias de culto festivo. Como também dezenas de caravanas e equipes de irmãs, advindas de outros estados e cidades do Interior. O pastor e cantor Victorino Silva da IEAD no Rio de Janeiro, esteve adorando durante o sábado e no encerramento.

A igreja foi impactada pela Palavra da noite que teve como assunto A santificação para o Arrebatamento. O pastor Albérico Inácio, coordenador da IEADPE em Toritama, dirigiu o estudo com base na passagem de Lucas 2. 36-38, fazendo um paralelo com a vida de Ana que nunca deixava o templo e adorava a Deus jejuando e orando dia e noite, juntamente com os que esperavam a redenção de Israel.

Na ministração, pastor Albérico contou a história de Ana, que vinha de uma tribo que lavava os pés com azeite, uma iguaria que era usada apenas para ungir a cabeça. Porém, Ana tinha esta prática com este produto caro, devido à tradição de sua tribo. E neste contexto o preletor explanou que a igreja do arrebatamento é uma igreja molhada no azeite.

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“Deus abriu um rio para esta igreja, não um rio de água, mas um rio de azeite. A igreja que tem um andar puro, onde chega vai deixando o azeite. A igreja do arrebatamento é rica dos dons espirituais e da palavra. Esta igreja tem os dons de maravilhas, o dom da fé, e o dom de curar; eu tive paralisia infantil, mas Deus disse: levante e ande”,

Concluiu falando das características da igreja do arrebatamento que é rica na palavra, e dos dons, e tem comunhão, ama o templo e continua anunciando que Jesus é a redenção das nações “finalizou.

O poder de Deus tomou conta da congregação de uma forma tão gloriosa, que os irmãos foram envolvidos numa apoteose espiritual, e falavam em mistérios, choravam de alegria com o derramar da graça maravilhosa, sentindo a presença do Espírito Santo.

A cobertura do evento ficou por conta do Sistema de Comunicação da Rede Brasil (emissora oficial da IEADPE), que envolveu as equipes do Jornalismo Online, Rádio AM 580 KHZ / FM 93,3 KHZ, TV- canal 14, que transmitiam os cultos ao vivo e pela internet através do portal do congresso http://congressodemulheres.com.

Mulheres alegres e regozijadas na tarde do ultimo dia do 13° Congresso de Mulheres

A tarde do último dia do 13° Congresso de Mulheres, no Templo Central da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco, não poderia ser diferente. Mulheres alegres, regozijadas, renovadas e ansiosas para o ultimo culto, resultado de quatro dias cheios do poder de Deus.

Nos arredores do Templo, cada detalhe era pensado e organizado para que tudo ficasse lindo para o tão esperado culto de encerramento. A irmã Elizabeth Arantes conta que participou de todos os estudos e se sente renovada: “Todos os dias eu levei uma porção, foi benção dos céus”, conta.

No momento de almoço e descanso, pôde se ouvir o barulho de glórias e aleluias acompanhados de hinos vindos do refeitório. Naquele momento as irmãs do grupo Heroínas de Jesus, vindas de Catende, entoaram louvores ao Senhor e foram acompanhadas por todos que estavam presentes.

Grupo de louvor Heroínas de Catende louvando ao Senhor. Foto: Hércio Moraes-RBC

Deus derramou o seu poder no meio do seu povo. Desde o porteiro, até as irmãs que estavam trabalhando na cozinha, todos foram cheios do Espírito Santo. O presbítero Elias Marques, porteiro há 15 anos durante os congressos conta que nunca tinha visto nada igual: “Eu trabalho há 15 anos em todo congresso, e nunca vi algo parecido com isso que aconteceu hoje. Eu agradeço a Deus pela oportunidade que ele me deu de presenciar esse momento”, conta emocionado e continua: “A cada ano é melhor, eu estou muito alegre”, conclui.

Pb. Elias Marques, porteiro há 15 anos durante os Congressos no Templo Central. Hércio Moraes-RBC

Durante toda a tarde as irmãs louvaram ao Senhor. Por volta do meio dia, as irmãs já se concentravam em frente aos portões esperando ansiosamente o grande culto.

Questionadas sobre a importância desta edição do Congresso nas suas vidas, as irmãs Paula Francinete e Graças Celestino, compartilharam da mesma opinião: “Esse Congresso foi muito marcante na minha vida. Recebi novas experiências e tenho certeza que Deus vai realizar coisas ainda maiores, pois, o nosso Deus é Deus de coisas grandes”, afirma Paula que é seguida por Graças que diz:“O que aprendi é que devemos intensificar a busca pela nossa santificação. Não se acomodar. Pois, quanto mais perto de Deus, mais percebemos que devemos nos santificar. A santificação de Deus foi algo que me marcou, me despertou a buscar mais e mais a santificação da minha família”, conta e conclui: “De todos os dias, Deus falou tremendamente comigo no estudo de sábado à noite: Mulheres comprometidas com a Santificação”.

Por volta das 15h55 o Templo já estava quase lotado e a cada instante mais pessoas chegavam para adorar ao único que merece todo nosso louvor e adoração. Deus foi tremendamente fiel a sua Igreja, derramando da sua graça e poder em todos os dias do Congresso. E neste momento, os irmãos aguardam ansiosamente o início do culto de encerramento.

Irmãos aguardando para entrar no Templo. Foto: Hércio Moraes-RBC

 

Confira o vídeo: Heroínas de Catende

EBD: Congresso sob a liderança do Sumo pastor

A Manhã do último dia do 13º Congresso de Mulheres não poderia ser menos abençoada, a Escola Dominical começou com o (a)s “Guerreiro (a)s se preparando (…)” para buscarem ainda mais pela santidade em Deus.

O Devocional que começou por volta das 8h30 trouxe hinos da harpa, participação mais uma vez do grupo heroínas de Cristo e muito louvor para glória de Deus: “Só O Senhor é Deus, com Deus não há quem possa a vitória é nossa,” entoaram as irmãs vindas da Mata Sul do Estado.

A Adoração ao Deus Altíssimo não parou no templo central na Avenida Cruz Cabugá, 29, mas continuou com “Sim, Jesus lavou-me (…) grande amor, mostrou-me”. Hino que descreve o sentimento dos salvos em Cristo Jesus que estiveram na Escola bíblica deste domingo (1).

Os Jovens também participaram do 13º Congresso de Mulheres, Tainara Caline (18) veio de Limoeiro para exaltar o Nome do Deus vivo. Pela primeira vez no congresso, declara que se santificar é o que o mundo necessita: “É o que a humanidade precisa. Santidade e amor é o foco”, conclui a estudante. Quem não pensa diferente é sua amiga e irmã em Cristo, Tais do Santos, que vê este evento como um combate aos olhos altivos: “Que este congresso abra nossos olhos espirituais”, expressa a jovem de 21 anos.

Na Foto, Tainara Caline (18) à esquerda e Tais dos Santos (21) à direita / Foto: Everton Irineu - RBC
Na foto, Tainara Caline (18) à esquerda e Tais dos Santos (21) à direita. Foto: Everton Irineu – RBC

A Organização desta 13º edição não foi fácil para quem esteve atuando na recepção do evento. Mas as irmãs recepcionistas sabem bem o significado do trecho bíblico de provérbios 15: “A Palavra branda aplaca o furor”. Como corrobora Rose Freitas (39) que há anos cuida da parte de ordenação das caravanas que vem ao templo: “Às vezes há irmãs que insistem em entrar antes do tempo ou em lugares indevidos”, esclarece. Mas afirma que se sente privilegiada de fazer parte desta equipe: “Sinto-me privilegiada da parte de Deus por fazer parte desta equipe”, declara a dirigente de círculo de oração.

Na Imagem, Rose Freitas, recepcionista no Templo Central. / Foto: Everton Irineu - RBC
Na imagem, Rose Freitas, recepcionista no Templo Central. Foto: Everton Irineu – RBC

Antes de iniciar os estudos do dia, o pastor Luiz Mário conduziu guiado pelo Espírito Santo de Deus, os louvores que incluíram repertórios clássicos da harpa cristã. Depois da intervenção do pastor Aílton José Alves, mais exaltação ao único digno de receber toda glória com o cantor Victorino Silva. O pastor Victorino louvou “És” porque só quem pode dizer “Eu sou” é o Todo Poderoso. Ele cantou outras canções que enalteceram o nome de Deus.

Na Ilustração, O Cantor Vitorino Silva / Foto: Everton Irineu - RBC
Cantor Pr. Victorino Silva. Foto: Everton Irineu – RBC

Depois deste período, o pastor Isaac Silva deu continuidade ao estudo dominical e ministrou a lição nove da revista com o tema “Ministério do Pastor”. Ele lecionou uma aula instrutiva com todos os presentes no templo central da IEADPE. Através de citações em cartas aos Coríntios, aos Efésios, livros de gênesis, evangelho de João, entre outros, o pastor edificou a igreja por meio do entendimento bíblico, que abriu o conhecimento dos irmãos para a tarefa ministerial do pastor: “A Escola que Deus usa para aclamar o pastor, é o chamado”, declara o ministro.

O obreiro ainda citou versículos que alertam sobre o risco dos crentes no Senhor Jesus, quando não obedecem e não se sujeitam as autoridades, principalmente às instituídas por Cristo: “Nunca vi ninguém que desobedece às autoridades, em 47 anos na igreja, prosperar”, exclama.

Na Foto, Pastor Isaque Silva, responsável pelo departamento da Família / Foto: Everton Irineu - RBC
Na foto, pastor Isaac Silva. Foto: Everton Irineu – RBC

O Estudo de hoje pela manhã refletiu a necessidade de ser chamado por Deus para ter um pastorado edificante. E, o 13º Congresso de Mulheres não acabou nesta rica mensagem trazida pelo pastor Isaac Silva, á noite – 18h30 – tem mais pregação com o culto de encerramento e o tema: “Uma Igreja buscando a santificação para o arrebatamento”.

Para encerrar as atividades da escola bíblica de hoje, o Pastor Presidente fez considerações pertinentes sobre a Igreja e ao som do louvor de Vitorino, a lição foi dada: Obedecer e confiar em Deus e nas autoridades por Ele instituídas, acima de todas as coisas.

Você pode se manter atualizado deste último dia de congresso no hotsite: www.congressodemulheres.com; Face – facebook.com/tvrbc1; Twitter – @tvrbc1 e um resumo do dia no site: Adnews.jor.br / site. Além do canal 14 para todo Recife.

Igreja santificada rumo à glorificação

Grande Coral do 13º Congresso de Mulheres. Foto: Hércio Moraes - RBC
Grande Coral do 13º Congresso de Mulheres. Foto: Hércio Moraes – RBC

O sábado é naturalmente o dia mais disputado em todos os grandes eventos realizados pela Igreja Evangélica Assembleia de Deus (IEADPE), você já deve saber disso. Muitos irmãos estão de folga de seus trabalhos e outros não têm compromissos em escolas ou faculdades.

Também não acontecem cultos públicos em várias congregações e quem mora nas cidades mais distantes pode vir menos preocupado com a volta, já que o dia seguinte é o domingo, onde geralmente não se trabalha. Estes são alguns dos motivos para termos um número maior de pessoas no culto da noite do sábado.

As aulas, durante o dia, contaram com o Templo Central lotado. E, assim como ontem (30), não houve espaço para pausas. Os momentos de louvor e devocional permaneceram concorridos e as ministrações cheias da unção do Senhor.

Foram inúmeras as bênçãos agradecidas por irmãs de todas as regiões do Estado. A irmã Marilene Santos, da congregação em Alto dos Coqueiros, na Área 02, foi curada de um câncer. “Passei o processo de uma cirurgia, e Ele falou e cumpriu na minha vida e eu estou aqui”, testificou.

Ela participa do Grande Coral há quatro anos, e se declara alegre pela oportunidade. “Estou aqui para a honra e glória de Jesus, louvando o nome dEle, pois é muito importante  louvar para o Senhor”, finaliza.

Este é mais um testemunho do 13º Congresso de Adolescentes. Além de tudo o que se ouve e vê durante as plenárias, são dezenas de pessoas ligando pela Linha Interativa (81) 3221-2364, disponibilizada este ano para contato direto com a equipe de transmissão do evento.

Terceira noite

As 17h, o Templo Central já estava repleto por dentro e por fora. Todos os acentos estavam ocupados, e não havia mais cadeiras vazias em nenhum dos telões. Hoje, havia caravanas dos Setores 01 – Cabo e do 04 – Vitória, e das filiais em Alagoinha, Catende e Condado, além das irmãs vindas de Feira de Santana (BA), Maceió (AL) e Petrolina, que estão hospedadas no prédio anexo.

“Ele falou ao meu coração: ‘Eu blindei esta Igreja! ’” Pastor Victorino Silva. Foto: Jackson Amil - RBC
“Ele falou ao meu coração: ‘Eu blindei esta Igreja! ’” Pastor Victorino Silva. Foto: Jackson Amil – RBC

Entre os louvores entoados e a adoração ofertada a Deus pelo seu povo, o Espírito Santo operava conforme a sua vontade. Ao receber a oportunidade para cantar, o Pr. Victorino Silva, presente nesta terceira noite, transmitiu à Igreja algo que Deus havia colocado em seu coração quando chegou ao templo: “Ele falou ao meu coração: ‘Eu blindei esta Igreja! ’” Exclamação que foi acompanhada de um brado de glória da Igreja.

"A salvação que recebemos em Cristo, nos faz santo..." Pb. Marcelo Teles. Foto: Hércio Moraes - RBC
“A salvação que recebemos em Cristo, nos faz santo…” Pb. Marcelo Teles. Foto: Hércio Moraes – RBC

A ministração da Palavra de Deus foi feita pelo Pb. Marcelo Teles, que leu o texto da primeira carta de Pedro 1. 15 e 16: Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver;
Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo. Anunciando o tema: Mulheres comprometidas com a santificação, como base para sua explanação.

Ele começou falando dos aspectos que o Espírito Santo promove na vida do homem pela salvação: Regeneração, Adoção, Justificação e Santificação. Tomando a Santificação como foco, o presbítero explicou a sua subdivisão em três passos. Primeiro, a Santificação instantânea, “o homem ou a mulher se torna santo quando recebe a Cristo como salvador”, esclareceu.

Segundo, a Santificação progressiva, “ela acontece conforme a dedicação do crente ao serviço do Reino de Deus”, afirmou. E terceiro, a Santificação definitiva, “fomos libertos do poder do pecado, mas ele ainda habita mo velho Adão que está em nós. Mas pela glorificação iremos celebrar a vitória final no Dia do Senhor”, exclamou.

Tomado pelo Espírito Santo, o mensageiro começou a falar das etapas necessárias para a formação de um vaso de barro, e as comparou com a vida cristã e a forma como Deus trabalha com cada um de seus servos. Continuando, ele falou de duas comparações bíblicas, a de um agricultor e  de um ourives.

“Neste Congresso de Mulheres Deus vai investir alto em tua vida… Prepara-te para receber o dom de Profecia, o dom de Interpretação de Línguas… Deus vai te encher do Espírito Santo”, profetizou finalizando a ministração.

Em seguida, o Pastor Presidente concedeu, mais uma vez, a oportunidade ao Pr. Victorino Silva, que levou toda a Igreja a adoração com o hino, Deus tem um plano. Conscientes da necessidade de salvação, três pessoas aceitaram a Jesus como salvador de suas vidas.

Neste domingo (1º), as irmãs voltam a se reunir no Templo Central a partir das 9h, para a Escola Bíblica Dominical Especial.